Cetáceos Extrafísicos…

Dia desses, coloquei um video do youtube de música instrumental para ouvir algo tranquilo enquanto lia um livro. (o video acima)

A imagem colocada no video era de uma baleia translúcida, flutuando no ar, acima do mar brilhante e da praia enquanto uma mulher e uma criança, em estilo animação/cartoon, olhavam para ela (a baleia), maravilhadas.

Essa imagem levou-me a refletir:

Quando um cetáceo (baleia, golfinho ou boto) dessoma (descarta o corpo físico), restringe-se a apenas “nadar” pelo oceano extrafísico (ou paraoceano)?

Se levarmos em consideração que os cetáceos, principalmente golfinhos, são até o momento, considerados (pela Ciência Convencional) como os mamíferos mais inteligentes, atrás apenas do ser humano, inclusive tendo linguagem de comunicação complexa que inclui até “gírias”, o que impediria estes subumanos, ou melhor, quase-humanos de vagar pelo extrafísico como bem entenderem?

No extrafísico, mesmo para os animais subumanos, pensamento é ação, ou seja, pensou, chegou.

Onde quer quer queiram ir, assim o farão.

E por que um golfinho, que vive a saltar para fora do oceano não seria capaz de romper as limitações físicas-mentais autoimpostas?

Apenas a robéxis, robotização existencial o impediria.

Sem questionar o ambiente ao seu redor, isso não seria possível.

De acordo com as pesquisas (da ciência convencional) atuais, os cetáceos tem uma capacidade de raciocínio lógico, portanto, não seria surpresa nenhuma se fossem capazes de questionar suas próprias escolhas e formas de viver, rompendo com a sua robéxis marítima.

Um desses cetáceos questionadores, já dessomado (corpo físico desativado), poderia, ao realizar um salto para fora do oceano, descobrir-se volitando no ar sem precisar cair novamente no mar, descobrindo assim, uma nova habilidade de “nadar” pelos céus paratroposféricos afora.

Imagino que deva ser algo muito impressionante de se ver ao vivo e à cores, golfinhos e baleias passearem, volitando por entre as nuvens ou por outras esferas extrafísicas.

Fica aqui esse pensamento a respeito da inteligência e capacidade extrafísica dos cetáceos.

NÃO ACREDITE EM NADA. Nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenha suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Princípio da Descrença

Sentimento de “ficar para trás”…

Entrei em contato com as ideias da Projeciologia e Conscienciologia por volta do ano 2000, quando assisti uma palestra e após a esta parti direto para o CIP (Curso Integrado de Projeciologia), depois fiz o ECP1 (Extensão em Conscienciologia e Projeciologia 1) e tornei-me voluntário.

Fui voluntário do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia) de meados de 2000 ou 2001 até 2006 aproximadamente.

Depois disso, deixei o voluntariado e somente acompanhava de vez em quando alguma coisa sobre o IIPC, através de um amigo que continuava no voluntariado. Assistia alguns vídeos curtos de “cortes” das tertúlias e só. Mas sempre pensava e sentia que um dia precisaria voltar ao trabalho voluntário no IIPC, que isso fazia parte da minha proéxis (programação existencial = propósito de vida).

Sentia vergonha dos outros voluntários e não conversava mais com eles, sentia-me “desapontando-os” e “largando-os“.

Passaram-se por volta de 13 anos e no início de 2019 retornei aos cursos. Reciclei o CIP, fiz outro ECP1, participei durante praticamente 1 ano de quase todos os Energolabs (Laboratórios de Energia) que aconteciam às terças-feiras na unidade do IIPC da minha cidade e finalmente fiz o ECP2 (Extensão em Conscienciologia e Projeciologia 2), que não tive coragem de fazer na época do primeiro contato com estas neociências, por medo mesmo.

E agora estou de volta ao voluntariado.

Nesse retorno, entrei em contato novamente com alguns voluntários(as) da época do voluntariado de 13 anos atrás e percebi o quanto estas Consciências melhoraram e desenvolveram-se, várias delas com Verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia escritos e defendidos nas Tertúlias, outras com franca mudança de posturas devido às suas autopesquisas ativas e atuantes e até alguns novos voluntários que surpreenderam-me já serem professores(as) depois de pouco tempo de estudos da Conscienciologia e Projeciologia.

Nesse momento, em que percebo o quanto estas Consciências avançaram em seus projetos em suas autopesquisas, em suas proéxis, em seus posicionamentos e senti-me ter “ficado para trás“.

O grupo avançou e eu fiquei lá atrás. Eles continuaram avançando e eu parei no caminho.

O sentimento é de ser um retardatário, na corrida da autossuperação e da interassistencialidade, estou lá na rabeira, no final da fila.

É mais um elemento para ser incluído na minha autopesquisa e que deverá ser superado se eu quiser um dia alcançar o nível de crescimento evolutivo do grupo.

O voluntário que deixa o voluntariado conscienciológico é chamado de minidissidente, pois de forma indireta está “ajudando” o grupo por não “puxá-lo para trás“, ou seja, não está atrapalhando o grupo, assim como o velho ditado popular:

Muito ajuda quem não atrapalha.

Anônimo

Quando esse ex-voluntário se recicla ou reencontra sua coragem evolutiva e resolve voltar ao voluntariado conscienciológico, é chamado de “retomador de tarefa“, pois está voltando para o eixo central de sua proéxis assistencial e grupal.

Nesse retorno, senti-me muito empolgado, querendo fazer tudo, participar de tudo, enfim, “abraçar o mundo“.

E eis que no ECP1, cursado em 2019, o professor do curso disse-me:

Você, como retomador de tarefa, precisa ter um cuidado maior (quanto aos auto e heterassédios) muito maior do que os demais.

Professor do ECP1

Isso entrou na minha cabeça, pois tinha que tomar mais cuidado para rebarbas de assédios não atingirem minha família nuclear (esposa e filha) e que acabassem exercendo pressão para novamente fazer-me decidir por largar o voluntariado novamente.

Pois da primeira vez, quando larguei o voluntariado, foi por pressão da família (mãe e namorada).

Não estou dizendo que foi culpa delas. Não, não. Foi culpa minha.

Hoje consigo compreender que foi a minha falta de teática (teoria e prática) e a falta de autopesquisa mais séria que levou-me a não ter argumentos que pudessem se opor à pressão familiar e suas opiniões de que eu deveria parar.

Eu não tinha melhorado como pessoa ou como Consciência. Continuava o mesmo, agindo da mesma forma.

Agora, tenho que ser muito mais disciplinado e procurar com mais vontade e afinco, colocar em prática todo o conhecimento adquirido nos cursos e livros do IIPC e nas práticas energéticas pessoais, para que as recins ocorram e possam, por si só, externar ao meu grupo familiar que o voluntariado não era o problema, o problema era eu mesmo, era minha postura diante dos desafios e a consequente pusilanimidade frente a eles, que barrava-me ao avanço.

Pensando sobre essa questão do sentimento de “ficar para trás“, comecei, dias atrás, a pensar nos elementos que fizeram-me ser o “retardatário da turma” e encontrei vários medos:

  • Medo da Mudança;
  • Medo da Responsabilidade (de dar aula, de mostrar ideias diferentes, de ser assistencial);
  • Medo de Heterenfrentamentos;
  • Medo de Expôr-me (timidez);
  • Medo de ser Incoerente (de compreender a teoria da experiência fora do corpo mas não ter uma experiência concreta e transformadora na qual pudesse dizer, com certeza íntima, que esse fenômeno é real);
  • Medo de Desagradar as pessoas mais próximas (familiares);

Somam-se agora a esses medos, este sentimento de “ficar para trás“.

Alguns desses medos foram sendo inconscientemente trabalhados durante esses 13 anos fora do voluntariado, mas alguns ainda persistem de forma mais forte e será necessário um esforço maior para superá-los.

E esse esforço precisa caminhar junto com o desenvolvimento parapsíquico, o desenvolvimento da autopesquisa e da atenção multidimensional aos obstáculos que surgirão.

Estes são alguns dos meus desafios conscienciais.

E os seus, quais são?

NÃO ACREDITE EM NADA. Nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenha suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Princípio da Descrença

Acaso e Escolhas Tecnológicas…

Na Conscienciologia, ouve bastante a máxima:

O acaso não existe.

Se pensarmos que esta máxima vale para quaisquer aspectos da vida multidimensional, podemos fazer uma relação da não existência do acaso com os objetos materiais que escolhemos adquirir, no intuito de procurar conhecer melhor a nós mesmos através de nossas escolhas intrafísicas.

Por exemplo, estive pensando sobre o motivo de escolher um celular A ou B ou C, ou de uma marca mais conceituada ou de uma marca qualquer e o que isso diz sobre mim mesmo ou sobre quem escolhe um tipo ou outro de aparelho celular.

Estive pensando sobre a minha opinião a respeito da Apple, empresa idealizadora e fabricante do Iphone, com seu sistema operacional IOS. Sempre tive a sensação de que é uma empresa com produtos elitistas e focada nisso, em fazer as pessoas sentirem-se “importantes“, “especiais” ou “diferenciadas“. É inegável que seus produtos são construídos de maneira mais otimizada e eficiente na interação dos componentes e de seu sistema operacional, porém sempre com memória e capacidade armazenativa inferior às outras marcas de smartphones, levando em consideração o mesmo preço.

Inclui-se também o fato da Apple ser uma empresa que está sempre “amarrando” seus usuários a todos os seus serviços e nunca facilita a integração de seus sistemas e aparelhos aos demais aparelhos tecnológicos disponíveis, de outras marcas.

Com isso, podemos entender que a Apple e seus produtos são, em sua essência, sectaristas. Ou seja, defendem a sua ideologia de “status” e se acham melhores que as demais empresas e divulga que quem tem um aparelho da marca seria considerado “pra frente“, “inovador“, “neofílico“, “especial” e “diferente” ou “melhor” que as demais pessoas.

Só mais uma observação a respeito da Apple é que ela só é “popular“, ou seja, tem um market share (uma fatia) de mercado maior no seu país de origem, os Estados Unidos. Somente lá, a metade da população usa Iphone. No restante do mundo, os aparelhos de diversas marcas com sistema operacional Android é que são populares. Daí percebemos mais um aspecto sectário dessa tecnologia da Apple. Ela limita-se a um mercado interno, sendo extremamente cara em outras partes do mundo, dificultando grandemente a adoção massiva de sua tecnologia.

Agora vamos aos aparelhos com sistema operacional Android. Aqui já começamos diferente: a empresa Google somente desenvolveu o sistema operacional, deixando a cargo de dezenas de marcas, a fabricação de aparelhos que poderiam utilizar a sua tecnologia. Já mostra um abertismo que a concorrente parece não ter, pois dessa forma, a Google trabalha com intercooperação com outras empresas. pelo mundo todo. E não é à toa, que grande parte do mundo teve acesso a smartphones graças à Google e suas parceiras Samsung, Motorola, Lenovo, etc.

E o que vemos na Google? Uma empresa sempre disposta a criar ferramentas que qualquer um possa utilizar, ou seja, estão mais ligados ao Universalismo que ao sectarismo, ao passo que popularizam ferramentas e o sistema operacional Android, que inclusive, é open source, ou seja, tem seu código aberto para que qualquer uma das empresas parceiras realize as melhorias que achar necessário para implementar em seus aparelhos.

Em resumo:

Apple é exemplo de Sectarismo.

Google é exemplo de Universalismo.

Agora vem a questão do “Acaso“:

Se nada é por acaso, por qual motivo você escolheu o smartphone que possui?

Ele é da Apple ou de uma empresa parceira da Google?

E o que isso diz sobre você mesmo? Você tem uma tendência maior ao Sectarismo ou ao Universalismo?

Há pessoas que dizem precisar utilizar aparelhos Apple pois trazem algum benefício para seus trabalhos/empregos, porém será que no fundo isso não esconde uma vontade de ser “diferenciado” dos demais? De sentir-se “superior” às outras pessoas? Pois é possível adquirir um aparelho Android, pelo mesmo preço que um aparelho Apple e com muito mais capacidade de processamento e memória.

Qual a sua desculpa/falácia para apoiar uma empresa tão sectária quanto a Apple?

Você está atrás de status? Quer parecer melhor do que os outros?

Seu sectarismo é tão forte assim dentro de você que não consegue ser como a maior parte do mundo com um celular Android?

Nossa mudança interna, começa com reflexões e pequenas mudanças externas que vão afetando nossas ideias e escolhas.

Se deseja ser mais Universalista, reflita sobre suas escolhas materiais.

Por que escolher um aparelho tão absurdamente caro, que poucas pessoas podem ter acesso, se pelo mesmo preço ou até menos, é possível adquirir um aparelho Android com muito mais recursos?

Isso vale para qualquer outra coisa que você compra.

Você só compra roupas de marca? Sapato de marca?

Nossa realidade consciencial se manifesta em nossas escolhas e estas escolhas podem ser o ponto de partida para uma análise mais aprofundada de nós mesmos.

Vale a pena refletir sobre isso.

NÃO ACREDITE EM NADA. Nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenha suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Princípio da Descrença

obs.: atualmente tenho um Motorola Android, sempre tive aparelhos Android e sempre achei um absurdo as pessoas pagarem preços tão exorbitantes para ter um aparelho Apple que, na maioria das vezes, só lhes rende “status”.

ATUALIZAÇÃO (23/05/2021)

Saiu uma notícia sobre um programador experiente, que reforça esta ideia de sectarismo da Apple e mostra que minha visão não é única e nem nova: Fundador do Telegram diz que os IPhones não podem competir com o Android