Princípio Atualizado: Arma de Fogo

Quando criança brincava de polícia e ladrão ou mocinho e bandido e sempre com armas/pistolas/revólveres de brinquedo.

Quando adolescente, joguei muitos jogos de tiro ou de aventura que utilizavam armas de fogo.

Apesar disso, nunca pensei ser correto possuir e usar uma arma de fogo a menos que você seja policial, militar ou segurança.

E apenas uma vez pensei que fosse certo termos o direito ao porte de armas, na ocasião do referendo sobre o desarmamento. Na época, cai nas falácias lógicas de que bloquear esse direito seria abertura para perdermos outros direitos e acabei votando “não” ao desarmamento.

Aquilo foi um erro.

Não há nenhum bem em um cidadão, um civil, portar ou usar uma arma de fogo.

Armas de fogo foram feitas para matar.

Você pode tentar argumentar que “é para proteção“, entretanto, essa proteção inclui ferir ou matar outra pessoa. E nem de longe isso se parece com algo que seja melhor para todos.

Agora estamos cheios de pessoas achando super normal e DESEJANDO ter uma arma de fogo para “proteção“.

Na minha opinião, quem resolve possuir uma arma de fogo está se predispondo a se tornar um assassino e aumentando suas chances de dessomar prematuramente.

Veja bem, refiro-me a civis utilizando armas de fogo, mesmo que treinados.

O bandido/criminoso está muito mais acostumado a atirar e tem muito menos a perder num confronto armado e não irá pensar duas vezes se vir você sacando a sua arma, ou pegando-a seja lá de onde for.

Carregar uma arma de fogo não te faz mais rápido, nem mais preparado,  nem mais poderoso que outra pessoa com arma de fogo. Apenas faz você mais perigoso do que uma pessoa sem arma.

Pois, assim como muitas manchetes de jornais comprovam, basta um acesso de raiva no trânsito, ou uma olhada diferente para a esposa ou esposo, o suficiente para a pessoa portadora de arma de fogo se sentir ameaçada e “meter bala” na outra.

Ah, mas vão dizer: “não é assassinato, é proteção“.

E eu digo “NÃO! É ASSASSINATO, SIM! Você está terminando com a vida de uma outra conscin, é assassinato!“.

Criar uma “razão” ou “desculpa” para matar não transforma o ato de matar em algo bom. Sempre será ruim. Não importa se quem dessomou é alguém ruim ou não. Ainda é um ato ruim.

É muita ingenuidade e imaturidade consciencial pensar que arma de fogo resolve algo da melhor maneira. Resolve sim, da pior maneira possível.

Multidimensionalmente falando, ao causar a dessoma forçada de outrem, você está automaticamente criando uma interprisão grupocármica entre você e sua vítima, seu novo credor. E ele vai te cobrar. Você se tornou o algoz dela e vai ter que aguentar seus assédios e pensenes odiosos enquanto a raiva e desejo de vingança a consumir.

E se, por exemplo, na próxima seriéxis, vocês ressomem na mesma família, sendo irmãos e esse seu irmão, que você matou na vida anterior, demonstrará um ódio enorme por você e a relação de vocês será sempre conturbada, com ele sempre querendo te destruir o máximo possível, e você chorando porque acha que não “merece” isso. Pois é, não “merece” mesmo?

E podem dizer: “Mas então, se eu não estiver com uma arma, faço o quê? Morro?

Não há reação que pare uma bala. Tudo o que se pode fazer, e que sempre é repetido pelas autoridades policiais é “NÃO REAJA” em uma situação com arma de fogo.

Você escuta o que a conscin armada quer, tenta dialogar para dissuadí-la de seu intento ou procura se proteger ou correr, ou aguardar a chegada das autoridades competentes, dependendo da situação.

Se tudo isso falhar e você levar um tiro e dessomar, você não será o algoz. Será a vítima. Talvez com isso tenha até resgatado algum erro do passado multidimensional. E agora, já no extrafísico, cabe a você tornar-se assediador do seu algoz, tornando-se um credor, e buscar vingança incansável, concretizando a interprisão

… Ou escolher um caminho melhor e perdoar a “dívida” de seu devedor, sua imaturidade, que em toda sua ignorância e fragilidade, não soube valorizar a vida intrafísica. E assim, estar livre para o devido refazimento pós-vida intrafísica e planejar a próxima vida, compreendendo o que te levou àquela situação crítica de dessoma por arma de fogo, buscando a mudança de atitudes e pensenes que te levem a um patamar mais evoluído de consciência.

Antes de portar uma arma de fogo, é preciso analisar as consequências e desdobramentos multidimensionais possíveis e colocar na balança:

Vale a pena correr o risco de me tornar um assassino e criar mais uma interprisão?

E é por tudo isso que continuo com meu princípio de ser contra armas de fogo.

E como sempre:

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

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Paternidade/Maternidade: Auto e Hétero Enfrentamento

Dias atrás estava vendo minha filha no computador e respondendo com o famoso “Depois”. Você manda ir escovar os dentes e recebe um “Depois”. Manda ir tomar água porque ela já está a horas no computador e não levanta a bunda de lá pra nada e recebe outro “Depois”.

Lembrei que quando era criança, eu mesmo também respondia assim para minha mãe. Ela dizia: “Lave a louça” e eu respondia “Depois”. O computador ou o video game sempre eram mais importantes que qualquer outra coisa que ela pudesse pedir.

E assim é com a minha filha também.

Entre outras coisas como: teimosia, não aceitar nossas explicações sobre algo, não gostar de estudar, mania de saber tudo (sem saber nada), ser devagar quando estamos com pressas, etc.

Percebendo este ciclo de comportamentos na infância, comecei a refletir em como os filhos podem ser uma forma do Cosmos forçar reciclagens intraconscienciais inconscientes nos pais a partir do hétero-enfrentamento.

Uma vez que a(o) filha(o) apresenta traços fardos (trafares) iguais ou parecidos tanto da mãe quanto do pai, cada um dos pais encontra na criança uma faceta de sua própria personalidade a ser trabalhada e superada.

É aí que surgem os conflitos, as brigas e desentendimentos.

Entretanto, deveria ser a oportunidade para os pais superarem seus traços mais imaturos e avançarem na evolução consciencial.

Se minha filha é teimosa e eu sou tão teimoso quanto, preciso perceber por quê sou assim e como lidar e ajudar uma Consciência-Criança que manifesta o mesmo traço que eu.

Muito disso penso ter a ver com a maturidade dos próprios pais em relação às vivências da vida e a compreensão sobre as manifestações das outras Consciências.

Talvez, se sempre me lembrar de que aquele traço de manifestação consciencial da minha filha, que me incomoda tanto a ponto de perder a paciência com ela, também é um traço presente em mim, eu comece a procurar outras formas de lidar com a situação e ser mais compreensivo com ela.

E procurar realizar minha autopesquisa para avançar na eliminação desses traços-fardos (trafares) ainda presentes em mim.

Em outras palavras, o hétero-enfrentamento causado pelos filhos(as) pode gerar o auto-enfrentamento nos pais, levando à evolução, mesmo que devagar e meio inconsciente.

Você pode aproveitar esta oportunidade e utilizar estes momentos como forma de evolução consciente.

Só depende da sua vontade evolutiva.

É possível também que um traço-fardo da criança seja o gatilho de um traço-fardo dos pais não sendo necessariamente o mesmo traço da criança.

Por exemplo, quando minha filha está deixando algo para fazer “Depois” sendo que mandei ela fazer logo, isso está mexendo com a minha noção de Autoridade e Imediatismo e de como, na minha percepção, uma criança tem que se comportar frente à ordem dada pelo pai ou pela mãe. A criança pode estar sendo displicente ou insubordinada e eu estou sendo afrontado com esta insubordinação.

Então, qual é o tamanho da minha tolerância para esse tipo de hétero-enfrentamento? O quanto isso mexe comigo? Por que a displicência quanto à autoridade que acredito ter é tão importante assim? Por que quero que a criança faça o que mandei, naquele exato momento e não no momento da criança?

Estes são alguns dos questionamentos que devemos nos fazer para procurar entender melhor nossos próprios trafares (traços-fardos) e realizar nossas recins (reciclagens intraconscienciais).

E como sempre:

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Fluxo e Contra-fluxo

Existe a hipótese conscienciológica do Fluxo do Cosmos, ou seja, um caminho por onde o Cosmos flui.

De acordo com a Conscienciopédia, Fluxo Cósmico é:

O movimento contínuo e simultâneo de todas as coisas no cosmos envolvendo todas as consciências em todas as dimensões.

A evolução consciencial ocorre seguindo-se o fluxo cósmico, já que a evolução é o movimento primordial de todas a consciencialidade e energia do universo multidimensional.

Entretanto, quando nos manifestamos como Consciências já conscientes de nós mesmos, ou seja, quando deixamos de ser subumanos e passamos a ressomar como humanos, temos o livre-arbítrio para escolher seguir o fluxo cósmico ou não.

Quando estagnamos, sem realizar melhorias íntimas, reciclagens intraconscienciais (recins) , estamos no contrafluxo do Cosmos, ou seja, estamos nadando contra a maré da evolução consciencial e cósmica.

Desenvolver o parapsiquismo, promover mudanças íntimas cosmoéticas, procurar encontrar e executar a sua programação existencial (proéxis) nos coloca de volta no fluxo cósmico, nos deixando suscetíveis a percepções de sincronicidades (sinais de que estamos fluindo em conjunto com o Cosmos).

Porém, fluir com o Cosmos, nos faz enfrentar um contrafluxo. Mas de quem e de onde?

Contrafluxos. Há duas categorias de contrafluxos relevantes em relação à movimentação das consciências e respectivas idéias autocriadas:

1. Conscienciólogo. O(a) conscienciólogo(a) avança no contrafluxo da Socin.

2. Conscienciologia. A Conscienciologia avança no contrafluxo das coisas humanas.

(Homo Sapiens Reubanisatus, página 266)

A sociedade intrafísica (Socin) em toda a história conhecida da humanidade terrestre vêm seguindo no contrafluxo do Cosmos, devido à natureza predominantemente anticosmoética da maioria de seus integrantes.

Anticosmoética é regressão grupal.

(Homo Sapiens Reubanisatus, página 228)

Portanto, quando decidimos conscientemente, com a impulsão de nossa vontade, atuar na melhoria íntima e na interassistência, temos que enfrentar o contrafluxo da Socin ainda patológica, nos puxando para trás, tentando nos segurar, evitando-nos de avançar em prol de nossa evolução consciencial e da assistência à evolução consciencial dos demais.

Fraternidade é evolução grupal.

(Homo Sapiens Reubanisatus, página 228)

Nesse movimento em prol da evolução, grupos dos quais fizemos parte no passado milenar aparecem para contestar nossa decisão de deixar esses grupos e avançar, pois seja lá qual for a razão, o grupo “gosta” de nós e nos quer junto. E para tentar nos dissuadir dessas ideias “absurdas“, podem provocar inúmeros tipos de contratempos para nos desviar dos objetivos.

É por isso que vários livros e cursos da Conscienciologia sempre dizem que o maior desafio da Consciência atualmente é evoluir enfrentando o contrafluxo da Socin Patológica.

Pois vamos encontrar muita resistência até que estejamos calejados e capacitados o suficiente para não nos incomodarmos com esse contrafluxo. É o desenvolvimento parapsíquico uma das maiores ferramentas para nos fortalecer diante desse contrafluxo e continuar remando contra a maré da estagnação evolutiva.

A vivência do contrafluxo na Socin tem alto preço, mas vale o esforço.

(Homo Sapiens Pacificus, página 375)

E ainda, de acordo com a Conscienciopédia:

A melhor técnica para entrar no fluxo cósmico é utilizar a força de vontade para fazer assistência constantemente a todos os princípios conscienciais.

Para maior aprofundamento do tema, sugiro a leitura dos verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia abaixo:

  1. Fluxo Cósmico
  2. Contrafluxo Cósmico

E para finalizar:

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Neurônios Subcerebrais

Quando o professor do Curso Integrado de Projeciologia (CIP), curso ofertado pelo Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), disse em uma das aulas:

“O intestino têm neurônios”.

Fiquei com pulga atrás da orelha.

Como assim, “o intestino têm neurônios“?! Que coisa mais louca!

Pois tive que ir à pesquisa e para minha completa surpresa, encontrei vários artigos e reportagens sobre os neurônios abdominais, e ainda, eles não se restringem ao intestino, mas estão presentes desde o esôfago, passando pelo estômago, por todo o intestino delgado e grosso até chegar ao reto. Totalizando 500 milhões de neurônios!

Quando ouvia professores da Conscienciologia ou lia livros Conscienciológicos que falavam sobre o “subcérebro abdominal” e como você não deve deixar que ele domine suas manifestações, pensava que isso era algo mais “abstrato“, algo como “seus instintos e medos ainda estão dentro do cérebro porém você deve fazê-los ter sua atuação reduzida sobre as suas manifestações“, mas NÃO!

Temos REALMENTE um SEGUNDO CÉREBRO em nosso corpo físico!

Se há neurônios subcerebrais, estes neurônios possuem determinada inteligência e aprendem com o tempo, ou seja, temos REALMENTE em nosso soma (corpo físico) um segundo cérebro, focado em funções mais básicas para sobrevivência da vida.

E com essa inteligência eles acabam influenciando nossas emoções e comportamentos, pois não bastasse ter neurônios, eles ainda têm ligação direta com o cérebro intracraniano através do nervo “vago“.

Ou seja, o que acontece no aparelho digestivo e principalmente no intestino pode influenciar diretamente nas suas percepções e emoções a respeito de como você enxerga e enfrenta o mundo ao seu redor.

Essas influências podem ir desde aumento da ansiedade, medo, estresse, quanto diminuição de todas elas e aumento da acalmia, tranquilidade e confiança.

Quanto poder o subcérebro abdominal tem sobre nós!

E tem mais, toda essa influência não ocorre apenas pelo subcérebro, mas também por 39 trilhões de bactérias, a tal “flora intestinal” (microbiota), atuando como um complemento ao subcérebro.

Vários estudos foram e estão sendo realizados tentando compreender se a ausência ou excesso de determinadas bactérias na flora intestinal pode ser a razão de determinadas doenças como Parkinson, Alzheimer, Autismo e Depressão.

Sugiro a você, cara Conscin Pré-Serenona, que leia o artigo da Revista Super Interessante “Intestino: seu segundo cérebro”, que explica muito bem toda essa condição do “segundo cérebro” e sua influência sobre nós, bem como das pesquisas realizadas. É uma matéria bem completa.

Isso deixou muito mais claro para mim, que a grande influência do subcérebro abdominal não é só “maneira de dizer“, mas sim algo real, concreto e factual: temos realmente um outro cérebro, ao qual não devemos deixar tomar conta de nossos pensamentos, sentimentos e energias para que não vivamos apenas como subumanos.

Dominemos nosso cérebro menor, para que nossos pensenes sejam os mais racionais e evoluídos possível.

Para maior aprofundamento sobre o assunto, indico o verbete “Subcerebralidade” da Enciclopédia da Conscienciologia, que pode ser baixado gratuitamente no site da Encyclossapiens.

E como sempre:

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

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Dimensão Física e Extrafísica Interplanetárias

Em todas as leituras, videos assistidos e aulas participadas dentro do paradigma consciencial, sempre fala-se em dimensão intrafísica e extrafísica (sendo a extrafísica, abrangendo toda a gama de frequências e sutilezas que as dimensões além da física podem atingir).

Já na literatura espiritualista ou mística (mais puxada para o Orientalismo), falam em nove dimensões extrafísicas apenas.

Recentemente assisti ao video da palestra da extraterrestre Shellyana, através da médium Monica Medeiros, na Casa do Consolador:

E nessa palestra, a alienígena informa que vive na “quinta dimensão” (numa visão mais mística/espiritualista) e que ela não é consciex (Consciência Extrafísica) mas conscin (Consciência Intrafísica) e que mesmo nessa suposta “quinta dimensão” ainda precisa ressomar (renascer com novo corpo físico), de uma forma diferente da que acontece conosco nesta “terceira dimensão“, mas ainda assim uma ressoma. E que eles trabalham junto com nossos amparadores (consciexes) para a melhoria do planeta.

Bom, esta informação, juntamente com o que os livros espíritas e espiritualistas e estas mensagens de extraterrestres vêm dizendo, que a Terra está na transição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração, me fez refletir sobre as dimensões físicas e extrafísicas de outros planetas em comparação com este planeta que habitamos atualmente.

Se a Consciência de uma extraterrestre está se manifestando através da capacidade mediúnica de uma terráquea, nós diríamos então que esta Consciência Extraterrestre é uma consciex (consciência extrafísica). Entretanto, a Extraterrestre diz estar ressomada, pela lógica, não sendo então uma consciex, mas uma conscin (consciência intrafísica).

A minha hipótese é a seguinte:

No planeta da extraterrestre, a dimensão física já se tornou mais sutil que a dimensão física do nosso planeta, tanto que não podemos enxergar a extraterrena com nossos olhos físicos, ou seja, a dimensão física do planeta dela equivale a dimensão extrafísica do nosso planeta, em uma frequência de vibração que para nós já seria o mundo pós-dessoma mas que para ela ainda é um mundo de ressoma.

E como o planeta Terra está numa transição, talvez possa ser exatamente isso que acontecerá (ou já esteja acontecendo lentamente):

A frequência vibratória do mundo material/físico deste planeta está se acelerando, para tornar-se mais sutil, de tal forma que, sem percebermos, em algum momento no futuro estaremos enxergando esses extraterrestres da tal “quinta dimensão” nesta dimensão, ou seja, nossa dimensão física passará também a ser menos densa tanto quanto a deles.

E talvez seja essa a evolução dimensional de um planeta:

Sempre tornando sua dimensão física menos densa, transformando-a em equivalência à dimensão extrafísica de planetas mais atrasados ou iniciantes na escalada evolutiva .

OBS.: claro que toda essa evolução planetária também depende da evolução individual de cada Consciência habitando o planeta, seja intra ou extrafísica.

Dessa forma, nunca encontraremos vida fora da Terra nos planetas próximos, pois diz-se que Marte, Júpiter e Saturno possuem vida, porém seu intrafísico já é mais sutil que o nosso, e portanto, ainda inacessível aos telescópios, satélites e rovers que enviamos para lá.

E pra finalizar:

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Intrusão Pensênica: Suicídio

Antes de mais nada, quero deixar claro que presente artigo expressa somente a minha opinião personalíssima baseada em minha própria experiência.

E também que, nas hipóteses abaixo apresentadas, não estou considerando os casos de suicídios (ou tentativas de suicídio) motivados por abusos, estupros, torturas ou quaisquer tipos de traumas físicos (causados por outrem) que levaram ao trauma psicológico. Esses são casos muito mais complexos do que os casos meramente psicológicos gerados pela própria conscin, aos quais estou analisando abaixo, usando minha própria experiência como base.

Entre os anos 2000 e 2004, eu estava tentando definir qual seria minha área profissional enquanto voluntariava no IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia) e saía com os amigos para descontração e diversão.

Durante esse período de cinco anos, entre meus 18 a 22 anos, algumas vezes fui acometido pela ideia de auto-desativação somática, ou seja, desligar forçadamente meu soma pela própria vontade, ou seja, cometer suicídio.

Às vezes, ideias de bater o carro de frente com outro, ou jogar o carro num córrego, ou cortar os pulsos ou simplesmente ficar remoendo sobre querer morrer.

Entretanto, apesar desses pensamentos, sempre voltava à razão e me lembrava do que sabia sobre o assunto. Que é uma enorme besteira, pois o suicida acha que estará fugindo dos problemas ao tirar a própria vida intrafísica, porém “quebra a cara“, ou melhor, a “para-cara ao dessomar, chegar no extrafísico e se dar conta de que o sofrimento não acabou, que sua vida continua e que continuará sofrendo, só que agora, muitas vezes mais do que no intrafísico, pois além de tudo, cometeu um “aborto existencial”, findando a vida mais cedo do que deveria.

Além disso, sempre me lembrava de outras épocas da vida, anteriores aos 18 anos e percebia que nunca sequer o suicídio passara pela minha cabeça antes, portanto, se na época de maior manifestação do porão consciencial, a infância e adolescência, nunca pensei em tirar a minha vida, então aqueles pensenes suicidas não poderiam ser meus. E era nisso que eu mais me focava:

Os pensenes suicidas não eram meus. 

A racionalização e mais esta certeza de que aquele era um “xenopensene” (um pensene de fora, emitido por outrem e intrusivo) conseguia voltar à lucidez de que sou uma Consciência imortal e que aquilo era somente um sofrimento temporário.

Ainda não consigo sentir a presença de consciexes na minha psicosfera e na época também não sentia. Mas é praticamente certo que havia ao menos uma consciex lá do meu lado, sussurrando estas ideias idiotas, aproveitando um trafar (traço fardo) meu para tentar me fazer acabar com esta vida atual, destruindo todas as possibilidades evolutivas que poderia aproveitar.

Um certo dia, comentei com outro voluntário, e professor do IIPC, sobre estes pensenes e ele me disse:

Você precisar ver o que isso tem a ver com você.

Coloque na sua autopesquisa.

Acabei não analisando nada na época. Hoje foi que parei para pensar nisso novamente, pois nenhum desses xenopensenes suicidas reapareceu após conhecer minha atual esposa, em 2005.

Percebo que, pelo menos no meu caso, os xenopensenes intrusivos eram resultado de um egocentrismo exarcebado, ou seja, estava tão centrado somente em mim, nos meus problemas, nas minhas dores psicológicas e emocionais que deixava as “portas conscienciais escancaradas” para qualquer assediador aproveitar o meu auto-assédio em benefício próprio.

Começar a namorar a minha atual esposa, me fez sair um pouco desse egocentrismo. Agora tinha alguém além de mim a qual eu queria bem e que tirava o foco do meu ego.

Então o que deixo como ideia é:

Até que ponto não é o egocentrismo o grande auto-assédio que desencadeia o hetero-assédio da Consciência “candidata” ao suicídio?

E a forma de sair dessa condição não seria esta Consciência “candidata” ao suicídio voltar sua atenção a outras Consciências e focar em ajudar, mesmo que seja apenas uma única Consciência, enxergando além do seu umbigo?

E pra finalizar:

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Onde a Religião Termina?

Onde-a-Religiao-Termina

Finalmente consegui terminar de ler o livro “Onde a Religião Termina?”, do autor Marcelo da Luz.

Há tempos queria ler este livro e demorei anos até finalmente comprá-lo ano passado (2018). Comecei a ler e parei, demorando mais alguns meses para voltar a lê-lo novamente e agora, em março de 2019, finalizei-o.

Minha conclusão final após a leitura é que diante dos argumentos exaustivamente estudados, desenvolvidos e expostos pelo autor, não há mais como defender nenhuma religião; as atrocidades cometidas por elas e em nome delas, bem como suas incoerências crassas, suas manipulações conscienciais, seus anti-universalismos (mesmo que elas digam o contrário), seus extremos belicismos e as inúmeras falácias impedem que quaisquer defesas sejam cosmoeticamente realizadas.

Mas não só as religiões (sejam elas o Cristianismo, Islamismo, Espiritismo, Budismo, etc.) como o Ateísmo também se torna indefensável, por também possuir dogmas (ex.: “Deus não existe“) e por não aceitar a possibilidade da existência de qualquer coisa além da matéria.

Logo quando comprei o livro e havia lido alguns capítulos, cheguei a ler os parágrafos iniciais dos capítulos finais e tive a impressão de que o autor não daria uma resposta exata e objetiva sobre a questão que dá nome ao livro.

Entretanto, no epílogo é possível encontrar, no primeiro parágrafo, justamente a resposta objetiva:

A religião termina no íntimo da consciência, o exato lugar onde, em determinado momento, o autoengano começou.

Ou seja, assim como qualquer mudança começa na própria Consciência, a finalização do processo religioso, também precisa ocorrer no íntimo da Consciência.

E no final do capítulo ele deixa a máxima conscienciológica que sintetiza a resposta:

A religião termina onde a autoconsciência cosmoética começa.

Mas para compreender o que estas respostas significam, você precisará ler o livro.

Caso tenha interesse, acesso o site da Epígrafe Editora e adquira o seu, ou procure a unidade do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia) mais próxima de você para aquisição desta obra.

E lembre-se:

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

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