Consciex Perdida no Espaço…

Nos filmes, seriados e livros sobre o Universo, mais especificamente sobre viagens interestelares, volta e meia nos deparamos com aquela clássica cena do(a) Astronauta flutuando pra longe da nave rumo à morte lenta e certa.

Pois bem, o(a) Astronauta dessomou.

E agora?

Como é o extrafísico no entre-planetas?

Existe algo lá ou é apenas uma imensidão de energia imanente?

colônias extrafísicas que não estejam atreladas a um planeta?

Seriam elas como naves espaciais extrafísicas?

Por quanto tempo nosso(a) Parastronauta ficaria vagando até perceber estar dessomado?

Ou caso não perceba, ainda assim continuaria vagando no ermo espacial sozinho?

Talvez enquanto estiver ego-centrado, é possível que sinta-se sozinho(a), perdido(a) dentro de seu próprio mundinho intraconsciencial. Mergulhado(a) nas ilusões de sua própria Consciência, como num eterno sonho.

Porém se pensarmos na máxima Conscienciológica:

Ninguém, a rigor, vive solitário e nem abandona alguém.

Vieira, Waldo. O que é a Conscienciologia. pág 60.

Podemos inferir que o(a) Parastronauta não está sozinho. No mínimo, seu megassediador deve estar lá rindo em sua cara, regozijando-se do terrível fim que sua última ressoma levou.

No máximo, podemos ter um amparador, pacientemente aguardando um fio de lucidez para resgatar o(a) perdido(a) Parastronauta.

Existe mais um ponto a se considerar, e mais uma vez, é interessante utilizar uma frase Conscienciológica:

Pensamento é ação, sentimento é ação, e energia consciencial é ação.

Vieira, Waldo. O que é a Conscienciologia. pág. 82

Sendo assim, no momento em que o(a) Parastronauta voltar sua atenção e seus pensenes para fora de si mesmo, pensenizando sobre aqueles que deixou para trás, instantaneamente estaria de volta à Paratroposfera de seu planeta natal, próximo aos seus entes queridos, de volta ao lar de sua última ressoma e, mesmo sem perceber, estaria “a salvo“, não mais “perdido(a) no espaço“.

Estas são apenas algumas elucubrações que me ocorreram dia desses. Quem sabe não estamos próximos de responder estas questões, já que agora começam a aparecer Conscins interessadas em pesquisar e aprofundar as pesquisas Extraterrestreológicas, dentro do Paradigma Consciencial?

NÃO ACREDITE EM NADA. Nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenha suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Princípio da Descrença

obs.: Pra quem se interessar, estas frases foram retiradas do app Frases da Conscienciologia, disponível para Android, na Google Play Store (não há versão para IOS).

obs.2: O livro “O que é a Conscienciologia” (entre outros), do Prof. Waldo Vieira, está disponível, gratuitamente, em sua versão digital em pdf, no site da Editares.

Bocejos e a Hipótese da Hierarquia de Absorção de Energias

Geralmente, nos cursos Conscienciológicos, os professores dizem que os bocejos podem ser indicativos de que você precisa absorver mais energias para repôr as energias utilizadas ou vampirizadas (mas claro, exceto se você estiver com sono porque dormiu pouco na noite anterior ou porque já está chegando sua hora da soneca, pois aí é só uma resposta normal do soma ao cansaço do dia-a-dia).

Mas nunca entendi direito isso.

Até alguns dias atrás enquanto via um colega de trabalho bocejar.

Percebi que eu não estava com um pingo de sono nem preguiça, entretanto, poucos segundos depois me peguei bocejando.

Nesse momento, a “ficha caiu“.

( Para os jovens que não sabem o isso significa, na minha época de criança, não existiam celulares. As pessoas nas ruas precisavam encontrar um telefone público, comumente chamado de “orelhão” – pois realmente parecia uma orelha gigante – e eram utilizadas fichas iguais de fliperama neles. Você inseria a ficha, discava o número e quando a ligação era completada, a ficha era aceita e caia dentro do receptáculo interno do orelhão. Portanto, quando dissemos que “a ficha caiu” é porque a ligação foi completada, ou seja, conseguiu-se conectar dois assuntos/temas/conceitos e compreender algo. )

Se o bocejo está relacionado com uma reposição de energia holossomática, e o bocejo sendo algo que vai “passando” de conscin pra conscin, ou seja, uma vez que alguém boceja, os demais não conseguem se conter e também bocejam, é uma hipótese plausível pensar que a primeira conscin a bocejar, repôs suas energias absorvendo energias da primeira conscin que logo em seguida boceja, absorvendo energia de outra conscin, e esta outra boceja e assim sucessivamente até que a última conscin absorva energia imanente ou esteja melhor energeticamente e não necessite de reposição energética naquele momento e portanto acaba não bocejando.

Dessa forma, haveria uma espécie de hierarquia de absorção na absorção natural e inconsciente de energias.

Primeiro, absorção de energias conscienciais da pessoa mais saudável (ou menos doente) mais próxima e assim sucessivamente, até que por fim, ocorreria a absorção das energias imanentes do ambiente.

Este poderia ser um mecanismo eficiente natural do Cosmos para preservar energia imanente.

Mas, por que preservar energia imanente?

Como hipótese, a preservação da energia imanente corroboraria para a permanência, por um período maior de tempo, da saúde energética do planeta, já que a maioria esmagadora das Consciências Intra e Extrafísicas (pelo menos neste planeta) são portadoras de doenças conscienciais das mais diversas, emitindo, por padrão, pensenes patológicos, que acabam formando holopensenes extremamente patológicos que degradariam a saúde da energosfera planetária.

Nada mais justo que fazer os doentes se ajudarem primeiro, alimentando-se mutuamente de uma intercambiação de energias antes de “sacanear” ou “poluir” as energias puras do energossoma planetário.

E aí, o que você acha dessa hipótese?

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Campus de Projeciologia

Por que construir um Campus de Projeciologia

A construção de um Campus de Projeciologia será um marco histórico-planetário-interdimensional que consolidará nossa transição da intrafisicalidade efêmera para a autoconsciencialidade multidimensional perene, através da qualificação holopensênica da projetabilidade lúcida científica e autopesquisística e da fixação do materpensene da Projeciologia nesta dimensão intrafísica.

Smaily Carrilho

Está aberta a Vaquinha Virtual, ou Crowdfunding, para a materialização do Campus IIPC, que além de comportar a Sede definitiva do IIPC, também contará com um incrível laboratório de pesquisa projetiva, de formato toroidal, de acordo com inspirações extrafísicas, para que você possa realizar experimentos projetivos no melhor e mais otimizado ambiente possível, até o momento, nessa dimensão intrafísica.

Ajude a materializar este empreendimento que será um marco na história e auxiliará inúmeras Consciências a alcançar suas autoconscientizações multidimensionais.

Já fiz uma pequena contribuição de R$ 60,00 (sessenta reais), que foi o que pude realizar. E está valendo. Você não precisa doar uma “grana preta”. Se cada pessoa doar a quantia que puder, em breve a meta será atingida e quando menos esperarmos, estaremos com o Campus IIPC pronto e operacional antes do previsto.

Acesse o site do IIPC e faça parte dessa história!,

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Influência do Holopensene Pessoal na prática

Hoje ocorreu uma constatação muito bacana no trabalho.

Mas antes de falar sobre isso, preciso explicar o background, por assim dizer.

Recentemente, uma funcionária do departamento em que trabalho mudou de setor (dentro do mesmo departamento). Isso provocou uma certa “dança de mesas“, ou seja, alguns funcionários precisaram trocar de local (mesa/baia) de trabalho para melhor acomodar a (nova, #sóquenão) funcionária.

Então, a funcionária, vamos chamá-la de L, foi para o lugar antes ocupado pelo funcionário E. Este foi para o meu lugar, vamos me chamar de S (pra facilitar a história). Fui para o lugar da funcionária B e esta foi para um local atualmente vazio, porém que já foi ocupado (no passado não muito distante) pelo ex-funcionário V.

E não menos importante, mas fora dessa recente “dança das cadeiras“, a funcionária C trabalha há algum tempo no antigo lugar do ex-funcionário A.

Pois bem, ocorreu hoje que a funcionária L foi exacerbadamente simpática e educada com alguém que ela atendia ao telefone e todos repararam nisso, no que a funcionária C observou que este, na verdade, era um comportamento comum do funcionário E que costumava sentar naquele lugar.

O funcionário P (que não tinha sido mencionado antes e não trocou de lugar com ninguém), comentou que ouviu o funcionário E dando uns puxões de orelha em alguns funcionários pelo telefone nos últimos dias. O funcionário E está agora na antiga mesa do funcionário S (eu).

Então o funcionário P virou pra mim e começou a falar, mas me confundi com o que ele estava falando, achei que estava falando comigo, depois pensei que estivesse falando para o funcionário E e perguntei: “Você está falando comigo ou com ele?“.

Era comigo.

Ele dizia justamente para eu não ficar com problemas auditivos por conta do lugar onde fui sentar: o antigo local da funcionária B, que possui algum grau de deficiência auditiva.

Comentei então que a funcionária B iria cometer erros no trabalho, porque era o comportamento do ex-funcionário V.

E por fim, a funcionária C disse que, com ela, o problema era derrubar café, suco, água, etc, que justamente era o que acontecia com o ex-funcionário A que ocupara aquela mesa muito antes dela.

Meio confuso, não?! hehehe

Mas o fato é que com isso, ficou muito claro para mim a influência dos holopensenes pessoais, ou das assinaturas energéticas de cada Consciência na próxima Consciência a ocupar o local físico/multidimensional que outra ocupava.

Cada um absorveu ou foi influenciado pelo holopensene ali impregnado anteriormente.

Mesmo cada um tendo levado seus pertences, computadores, aparelhos de telefone e inclusive suas cadeiras para o novo local, ainda assim, a mesa continuava a mesma que o funcionário anterior ocupou, bem como as energias gravitantes do local.

Resumindo:

L ficou mais simpática (holopensene de E)

E ficou mais crítico e intolerante a erros de outrem (holopensene de S)

S teve problemas para ouvir e compreender o que falavam (holopensene de B)

B poderá vir a cometer mais erros (holopensene de V)

C vive derrubando líquidos na mesa e no chão (holopensene de A)

Com isso é possível refletir, sobre o quanto somos influenciados, a todo momento, pelas energias gravitantes de Consciências que nem mais se encontram fisicamente próximas.

E que alguns são mais suscetíveis do que outros, e acabam absorvendo aquelas energias e transformando em novos comportamentos para si mesmos.

É muito interessante pensar no rastro pensênico que estamos deixando nos locais por onde passamos e inclusive nos locais onde permanecemos a maior parte do tempo do nosso dia-a-dia.

No meu caso, estou deixando uma assinatura pensênica mais forte de impaciência, irritação, intolerância a erros e sinceridade nas broncas com outras Consciências, ao “puxar a orelha” de quem não faz os procedimentos corretos.

Mas este seria o meu melhor? Estas são as melhores energias que pude deixar no lugar? Com certeza, não.

De fato, além de ter sido uma situação real de influência pensênica entre as Consciências e as energias gravitantes nos locais, também demonstra o quanto ainda preciso trabalhar minhas energias para limpar os locais por onde passo e deixar, realmente, as melhores energias possíveis.

E você, já percebeu algo assim? No seu ambiente de trabalho, casa ou com amigos?

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Grito Tarístico?

Já ouviu falar em “grito tarístico” ou “grito é tares“?

Não?

Bom, ouvi essa besteira semana passada.

Uma pessoa disse que gritar pode ser uma forma de fazer tares (tarefa do esclarecimento). E que às vezes é preciso gritar para causar um choque de energia e realizar a tares.

Discordo plenamente.

Na minha experiência de vida, grito somente significa uma coisa: desequilíbrio emocional.

O grito mostra que a pessoa atingiu seu limite de tolerância de algum assunto ao referente à manifestação de alguém.

E não me recordo de uma única vez em que um professor, num curso de Conscienciologia ou Projeciologia tenha utilizado do recurso do grito para esclarecer alguém.

Gritar é uma atitude bélica, assim como carregar uma arma.

Dizer que o grito pode ser tarístico é o mesmo que dizer que carregar uma arma traz segurança.

São duas falácias. A primeira te transforma num assediador. A última te transforma num assassino ou adianta sua própria dessoma (desativação do corpo humano).

Gritar decorre de um desequilíbrio emocional.

Tares deve ser feita com racionalidade e fraternidade, não com crueldade e desrespeito.

E o grito é justamente isso: crueldade e desrespeito.

Ah, mas o Professor Waldo disse que ás vezes é preciso gritar ou bater na mesa para causar um choque de energia.

Professor Waldo pode ter sido a maior Consciência a exercer a tarefa do esclarecimento dentro da história conhecida da humanidade, mas ele não é perfeito e também erra.

Você viu, alguma vez, o Professor Waldo gritar com alguém pra fazer tares?

Seu(sua) amparador(a)gritou com você para te esclarecer?

Imagine se isso começa a ser entendido como uma forma de tares e ensinada nas aulas de Conscienciologia como uma prática aceitável? Estaremos criando uma legião de assediadores convictos de que estão fazendo esclarecimentos.

Um festival de autoengano.

Se você ainda acha que gritar é fazer tares, é bom colocar isso em sua autopesquisa, porque tem algo de errado nesse pensene aí.

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

Dualismo Bem x Mal é uma ilusão

Semanas atrás, durante uma conversa sobre extraterrestres (a respeito de que daqui para frente, eles começarão a aparecer aos poucos e amigavelmente para que toda a população terrestre fique ciente da existência deles), a esposa de um amigo me perguntou se eu achava que não poderia acontecer o inverso, de uma invasão alienígena com intenção de sobrepujar a raça humana.

Respondi que, a meu ver, isso era o menos provável de ocorrer pois percebo uma influência maior do “bem” sobre o “mal” nestes tempos de transição planetária.

Ela chegou a comentar então que eu achava que “a balança do bem contra o mal pendia mais para o bem“, no que concordei com esta afirmação.

Entretanto, alguns dias depois me peguei refletindo sobre a dualidadebem versus mal” por conta de estar lendo (muito lentamente por sinal 😛 ) o livro “Paradoxos” do pesquisador da Consciência Luiz Bonassi que nos mostra como aparentes paradoxos podem ser, na realidade, facetas complementares de uma verdade um pouco maior, sendo esta verdade comumente multidimensional.

Lembrei-me então que o dito “lado do bem“, ou seja, as Consciências mais evoluídas ou simplesmente mais lúcidas, com Amparadores, Evoluciólogos, Serenões, etc, não promovem uma instigação ao confronto contra o “lado do mal” (ou o “lado negro da força” como diriam os Jedis 🙂 ).

Eles não pegam em espadas e gritam “ATACAAAAAAR“!

Não. A compreensão de mundo deles é outra.

É uma visão maior, onde eles vêem Consciências Muito Imaturas (consréus), Consciências imaturas (nós) e Consciências Maduras (eles) e todos estamos seguindo na mesma direção: Evolução.

Alguns mais rápido, outros mais devagar, mas sempre na mesma direção.

Dessa forma, eles enxergam as Consciências que nós consideramos “maus” apenas como Consciências necessitadas de auxílio, pois são Consciências ainda imaturas perante a evolução e o cosmos e que precisam de ajuda para saírem da condição na qual se encontram.

E fazem isso utilizando de compreensão, carinho, empatia, fraternismo e muita paciência.

Então, se o “bem” não está “pegando em armas” e partindo para cima do “mal” da mesma forma que este último o faz contra o bem, não há um duelo entre o bem e o mal, não há uma balança que pende mais para o bem ou para o mal.

Há, na realidade, uma balança de “imaturidade” e “maturidade“, onde os maduros se esforçam para fazer com que os imaturos percebam sua condição e comecem a traçar a jornada para passar para o lado dos maduros (não, eu não estou falando de partidários do Nicolás Maduro 😛 ). E, como uma criança birrenta, os imaturos lutam entre si e tentam, apenas tentam, lutar contra os maduros, mas estes não se deixam “contagiar” e continuam trabalhando para a evolução daqueles.

“Quando um não quer, dois não brigam.”

(Velho “deitado” popular, como diria meu pai) 

Por isso que é uma besteira quando, nos filmes de Star Wars, dizem que o bem e o mal devem entrar em equilíbrio, ou seja, 50% da galera fazendo o mal e 50% da galera fazendo o bem. Se pensarmos assim, vamos ter a incorreta percepção de que as atitudes maléficas nunca deixarão de existir e sempre teremos Consciências más.

Oras bolas! Se o caminho da evolução é inevitável (assim como o Agente Smith de Matrix dizia) significa justamente sermos melhores hoje do que fomos ontem e assim sucessivamente até alcançarmos a maturidade (alguns mais rápido, alguns mais devagar, mas um dia todos chegaremos lá), então o percentual de imaturos, da forma como entendemos imaturidade atualmente, será zero (0%).

Digo “da forma como entendemos imaturidade atualmente” pois quando todos amadurecermos ao ponto de não prejudicarmos nossos semelhantes, a régua da imaturidade irá subir, e então perceberemos imaturidades mais sutis e refinadas e buscaremos então a maturidade também com sua régua mais alta.

É claro que princípios conscienciais se tornarão Consciências e terão que passar pela mesma jornada de imaturidades que passamos, mas não há nada que sustente a hipótese que precise existir um “equilíbrio” entre o suposto “bem” e “mal” ou entre a “maturidade” e a “imaturidade” para que o Universo continue existindo ou para que o Cosmos funcione corretamente. Porque se fosse pela vontade das Consciências Maduras, todos já seríamos maduros e caminharíamos todos ombro a ombro pela evolução infinita.

Por isso penso que o dualismobem versus mal” pode ser traduzido como “imaturos versos imaturos“, ou seja, nós contra nós, sendo observados pelas consciências avançadas fazendo de um tudo para que acordemos para a realidade mais avançada.

Somos nós, os imaturos, com nossos pensamentos imaturos, lutando contra outros imaturos, nos rotulando de “bons” e “maus” e achando que estamos fazendo o maior bem de todos, quando, de fato, estamos nos iludindo quanto à realidade do cosmos, na qual os maduros estão ajudando todos a trilhar a evolução, tanto aqueles que consideramos “bons” quanto os que consideramos “maus“.

Não há dualismo bem versus mal.

O dualismo é uma das muitas ideias imaturas que nós, como Consciências imaturas criamos para justificar nossas lutas… imaturas.

Importante ressaltar que as religiões ao longo da história humana terrestre incitaram (e ainda incitam até hoje) povos inteiros a tantas guerras quanto foram possíveis, baseando-se neste dualismo bem contra o mal, demonstrando toda a imaturidade inerente às religiões, ou melhor, às legiões de imaturos levando outros imaturos a se matarem por imaturidades como poder e/ou riqueza material.

Assim fica evidente que se um líder espiritual está lhe dizendo que você precisa “lutar contra o mal” ou “matar os inimigos de Deus“, caia fora desse lugar, pois seja lá qual for o suposto “Ser Divino” do qual o líder espiritual diz ser representante, este “Ser Divino” é qualquer coisa, exceto, maduro. Será somente mais um ser imaturo, em busca de poder, pronto para se aproveitar de outros seres imaturos.

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.

 

 

Polyanna

Sempre ouvi dizer sobre a “Síndrome da Poliana” ou “como a tal Poliana usava óculos com lentes cor de rosa” e como não deveríamos ser como ela.

Entretanto, neste mês de outubro de 2019, adquiri o livro “Polyanna”, da autora Eleanor Hodgman Porter, e após finalizar sua leitura (com algumas boas lágrimas no final) posso dizer que:

Quem diz que Polyanna era uma menina inocente que via o mundo “cor-de-rosa” nunca leu o livro.

Primeiro, sobre a leitura. É uma leitura rápida e fácil, principalmente porque a autora separou a história em capítulos muito pequenos, de 3 a 6 páginas (acredito que ela tenha feito isso visando o público infantil que precisa de capítulos mais curtos para se manter interessado e não desanimar).

Segundo, sobre a personagem Polyanna. Ela realmente é uma criança que demonstra bastante inocência e percebemos isso quando ela não compreende expressões que os adultos utilizam ou mesmo compreender mensagens subentendidas ou ler nas entrelinhas.

Em alguns momentos cheguei até a pensar que Polyanna pudesse ter algum tipo de autismo ou algumas dessas síndromes que fazem com que a pessoa interprete tudo literalmente.

Porém, o que penso ser o mais importante é a capacidade incrível de Polyanna em mudar seu bloco pensênico de um padrão de tristeza para alegria com o tal “jogo do contente“, que nada mais é que executar um visão traforista da vida intrafísica, ou seja, em cada situação ruim, encontrar uma forma positiva de enxergar a situação e se alegrar (ou ficar contente) com isso.

O que acaba caindo no paradoxo de como um acontecimento negativo, no qual alguém se machuca ou adoece pode trazer acontecimentos positivos.

Hoje mesmo, estava triste pelo fim das minhas férias e o retorno ao trabalho/rotina, e fiquei refletindo em como é difícil alterar o bloco pensênico de tristeza, desânimo e irritação e como seria difícil jogar o tal “jogo do contente” e como Polyanna tem uma força mental incrível ao conseguir alterar o bloco pensênico somente encontrando algo de bom dentro de algo ruim.

Esta é uma habilidade fenomenal.

É conseguir sair da visão de vitimização e tornarmo-nos agentes desfazedores de interprisões grupocármicas.

E mais, ela demonstra um força de vontade incrível.

Pois não se trata apenas de encontrar um ponto positivo, somente isso não é suficiente, mas de perceber e compreender que aquele ponto positivo supera o negativo e te alegra por isso.

Encontrar esse tipo de compreensão e alterar seu estado emocional é uma das coisas mais difíceis de se fazer conscientemente, pois infelizmente (e inconscientemente), gostamos de “curtir” aquela “fossa” ou aquele estado de desânimo e tristeza.

Recomendo a leitura do livro com criticidade e discernimento e sem preconceitos.

Adquiri também a continuação “Polyanna Moça“. Vamos ver como estes atributos conscienciais serão tratados pela autora e o que isso trará de desafios e benefícios à vida de Polyanna.

NÃO ACREDITE EM NADA, nem mesmo no que ler nesta postagem.

EXPERIMENTE. Tenhas suas experiências pessoais e tire suas próprias conclusões.