Neologismos e os Pensenes

Diversas vezes ouvi/li pessoas dizendo/escrevendo “pra quê inventar palavras para algo que já tem nome?” ou “ficam inventado palavras pra tornar o acesso ao conhecimento mais difícil” e é por isso que neste post explicarei o porquê da utilização de palavras novas, os chamados neologismos, para fatos, fenômenos ou idéias antigas.

Primeiro é preciso compreender que toda idéia (pensamento) está associada a uma emoção (sentimento) e esses dois elementos são impressos em uma quantidade de energia imanente (energia pura ou prana) transformando-a em uma energia consciencial (Chi ou bioenergia).

Sendo assim, todo pensamento vem carregado de uma emoção inseridos numa quantidade de energia. A esse desprendimento de energia consciencial deu-se o nome de pensene, que é um neologismo, unindo o pen de pensamento, o sen de sentimento e o ene de energia.

Uma palavra surge primeiro no pensamento e depois é exteriorizada através da fala ou da escrita. Ao pensar na palavra, ela já gerou um pensene, ou seja, uma carga energética com informações a respeito daquela palavra.

A forma de utilização dessa palavra ao longo dos anos irá formar um estigma, uma ferida na palavra, fazendo com que ela esteja tão enraizada que estará impressa no holopensene, ou egrégora, de uma região, estado ou país.

Esse estigma dificulta a conceituação e explicação de novas idéias ou de abordagens diferenciadas para idéias antigas pois causa um pré-conceito sobre a palavra, acarretando mecanismos de defesa do ego para rejeitar as explicações ou novas abordagens; ou mesmo trazendo toda a carga de pensamentos, sentimentos e energias já exteriorizadas para aquela palavra, acarretando certo mal-estar intelectual e energético, ao se utilizar a palavra tão desgastada pelo uso.

É por isso que faz-se necessário a utilização de novas palavras, os neologismos, para dar possibilidades de novas abordagens para temas antigos e reduzir a rejeição das Consciências no estudo e pesquisa dos fatos e fenômenos.

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    • Marcell
    • 20 de janeiro de 2011

    Dizem que os filósofos germânicos do passado aprendiam Latim para pensar, pois sendo a língua latina mais complexa que língua saxã era possível experimentar pensamentos mais complexos.
    Nenhuma linguagem humana tem complexidade o bastante para traduzir os conceitos da ciência ou da espiritualidade em sua forma original, acho que a medida tomada foi uma das possíveis soluções para o problema (ainda que eu precise de tradução pra entender o material do IIPC).

    • Smaily Prado
    • 21 de janeiro de 2011

    Talvez no futuro será preciso a utilização de um novo idioma ou a incorporação de elementos linguísticos mais avançados ainda desconhecidos da humanidade atual para conseguir exprimir com êxito as idéias e fenômenos do lado invísivel da vida.

    Ou, talvez nós que somos pobres de vocabulário e se estudássemos melhor nossos dicionários poderíamos melhorar nossa forma de expressar essas idéias mais avançadas.

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