Impulsividade e Assistencialidade

No post dessa semana, trago um artigo escrito pelo amigo e (agora) colaborador do Recuperando Cons sempre que tiver algo a expor sobre a Consciência e tudo o que a envolve, Profº. Alexandre Pereira, Educador Físico, Conscienciológo e Voluntário do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia).

Impulsividade e Assistencialidade

Alexandre Pereira

Definição. Impulsividade. 1. diz-se da consciência que atua, reage sob o impulso do momento, de maneira irrefletida; subcérebro abdominal. / 2. que ou aquele que se excita, que se enraivece facilmente.

Síndrome. A consciência ainda subordinada ao trafar da impulsividade acaba sofrendo da síndrome do dia seguinte. “Arrependimento é discernimento atrasado” (VIEIRA, 1994). Sua atuação é bem diferente do Homo loquax que sabe expressar bem os seus pensenes na hora certa e do jeito certo, numa autenticidade cosmoética.

Quelóides. O tom da impulsividade, na maior parte das vezes, não traz nada de construtivo. Por vezes, acaba fazendo o papel contrário, mesmo sem a intencionalidade de quem acabou não refletindo. Dentre outras muitas causas, também é responsável pelas quelóides psicossomáticas.

A impulsividade de divide, basicamente, em duas categorias:

1. Psicomotora ou somática: A impulsividade psicomotora se expressa na intensa atividade física bem acima da média. É geralmente encontrada em desportistas e hiperativos. Suas conseqüências são de efeito intraconsciencial e somático.

2. Psicossomática: A consciência precipitada, que age sob o impulso da emoção, atua com base na instabilidade do psicossoma. Se for atacado, a instintividade age na reciprocidade. Se for atacar, não mede a conseqüência dos seus atos. “Toda impulsividade pode gerar atos abortivos espúrios” (VIEIRA, 1994).

Família. No seio familiar, ou grupocármico, os seus efeitos tendem a ficarem encobertos ou entre quatro paredes. Trocas de agressões e discussões são constantes. Podem passar a vida se ferindo continuamente em uma convivialidade patológica que não tem nada de autocorretiva. Pelo contrário, pode exercer o reforço das interprisões.

Problemas. Seja uma impulsividade com outras pessoas ou com suas ações, sempre há espaço para as intrusões extrafísicas. Em um grupo, por exemplo, podem surgir mal-entendidos, antagonismos e incompatibilidades. Muitas vezes, como já mencionado, não é por má intenção, mas por falta de lucidez.

Mentalsoma. Quem adquiriu a imperturbabilidade não sofre de precipitação. O uso do mentalsoma em favor dos outros, ou de todos, procura agir conforme a necessidade e a ponderabilidade do momento. Uma ação que não se discerne quanto aos seus resultados está mais propensa a falhas e desajustes.

Constatação. O trafar da impulsividade nos atos e nas comunicações, em geral, denota:

  1. Amadorismo
  2. Ansiedade
  3. Autoritarismo
  4. Conservação da auto-imagem
  5. Desajuste da lógica
  6. Excesso de autoconfiança
  7. Falta de estabilidade
  8. Hesitação
  9. Impaciência
  10. Imprudência
  11. Incerteza
  12. Inconseqüência
  13. Indecisão
  14. Insegurança
  15. Instabilidade psicossomática
  16. Instintividade
  17. Intranqüilidade
  18. Irreflexão infantil
  19. Mini-assédio
  20. Precipitação
  21. Titubeação

Repercussões. O impulsivo, quando atuando em um meio profissional, conjugal, religioso, conscienciológico, político ou científico, pode gerar uma série de repercussões desfavoráveis a ele ou aos demais. A lista abaixo contém repercussões que podem acontecer quando este se encontra na liderança ou em posição de destaque nas áreas mencionadas.

  1. Abalos interconscienciais
  2. Adulterações grupais inoportunas
  3. Agressões pensênicas mútuas
  4. Anti-amparalidade
  5. Arrependimentos
  6. Auto e hetero-assédio
  7. Condenações impróprias
  8. Crises
  9. Definhamento conjugal
  10. Desajustes conscienciais
  11. Desentendimentos
  12. Desentrosamento
  13. Desequilíbrio holossomático
  14. Desesclarecimento grosseiro
  15. Desrespeito
  16. Discursos inconseqüentes
  17. Dissidências
  18. Distúrbios psicossomáticos
  19. Emocionalismo alterado
  20. Enganos
  21. Entropias
  22. Estressamentos doentios
  23. Estupros evolutivos
  24. Heterocríticas vulgares
  25. Hostilidades fossilizadoras
  26. Imprevisibilidade de reação
  27. Incompletismos diversos
  28. Injustiças
  29. Interferências irresponsáveis
  30. Interprisões
  31. Intransigência na convivialidade
  32. Mágoas
  33. Ofensas
  34. Pensenidades desastrosas
  35. Reciprocidade impulsiva
  36. Suspeitas infundadas
  37. Vitimização

Pilar. Observa-se que essa postura frente a tudo e a todos não é a melhor maneira de se relacionar, multidimensionalmente falando. Obviamente que, sejam quais forem os erros ou omissões, sempre deve haver o perdão e a reconciliação. Para tanto, tendo a antiofensividade como um pilar central.

Sutileza. A tares não se faz de ímpeto e nem no sopapo. Se o problema é decorrente da insegurança e da indecisão, o melhor é buscar na recin mentalsomática as reformulações necessárias. Toda hetero-assistência avançada começou, primeiramente, com a auto-assistência primária. Assistir é ser autêntico sem destruir o ouvinte.

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