Archive for the ‘ Autoconscientização Multidimensional ’ Category

Fenômenos Parapsíquicos (Projetivos)

Listagem dos Fenômenos relacionados à projeção da consciência para fora do corpo:

Fenômenos Projetivos Subjetivos

Relacionam-se essencialmente à psicosfera do projetor humano.

01. Autobilocação consciencial

02. Autoscopia Interna

03. Autoscopia externa

04. Autotelecinesia

05. Catalepsia projetiva extrafísica benigna

06. Catalepsia projetiva física benigna

07. Clarividência extrafísica

08. Consciência cósmica (cosmoconsciência)

09. Consciência dupla pré-projetiva, projetiva e pós-projetiva

10. Dejaísmo projetivo

11. Descoincidência vígil

12. Experiência da quase-morte (EQM): projeção antefinal

13. Experiência da quase-morte (EQM): projeção ressuscitadora

14. Intuição extrafísica

15. Precognição extrafísica

16. Projeção dupla

17. Psicometria extrafísica

18. Repercussões extrafísicas

19. Repercussões físicas

20. Retrocognição extrafísica

21. Visão dupla extrafísica

22. Visão panorâmica projetiva.

Fonte: Vieira, Waldo, 1932 – Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. 4ª edição – Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, 1999. Páginas 122 e 123.

 

Fenômenos Projetivos Ambivalentes

Ocorrem dentro da consciência do projetor, projetado ou não, com importantes reflexos fora da consciência.

01. Aparição do projetor projetado a seres intrafísicos

02. Autodessoma cardíaca e umbilical

03. Autopsicofonia

04. Autotransfiguração extrafísica

05. Bilocação física da pessoa do projetor vista por outros

06. Clarividência viajora

07. Criação de morfopensenes (formas-pensamento)

08. Ectoplasmia projetiva

09. Elongação extrafísica

10. Estado de animação suspensa

11. Exteriorização da motricidade

12. Exteriorização da sensibilidade

13. Falsa chegada

14. Heteroscopia projetiva

15. Meia-materialização

16. Multilocação física

17. Parapirogenia projetiva

18. Passes energéticos extrafísicos (exteriorizações) transmitidos pelo projetor projetado, inclusive o exteriorização a três ou a tríplice energização

19. Pneumatofonia projetiva

20. Poltergeist projetivo

21. Projeção do adeus

22. Projeção do duplo de animal subumano detectada por uma conscin

23. Projeção possessiva

24. Projeção sonora

25. Psicofonia projetiva extrafísica

26. Psicofonia projetiva física

27. Psicografia projetiva

28. Raps projetivos

29. Telecinesia extrafísica

30. Telepatia extrafísica

31. Parateleportação humana

32. Zoantropia.

Fonte: Vieira, Waldo, 1932 – Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. 4ª edição – Rio de Janeiro: Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, 1999. Páginas 156 e 157.

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Deus: Um Macaco Gordo!

Crentes já devem estar me xingando só pelo título do post! hehehehehe

Explico:

Deus é um Macaco Gordo (mas bem gordo mesmo!), já que está quebrando o galho do Conhecimento enquanto este não dá as caras, ou melhor, enquanto a Consciência não amadurece e busca por ele (o Conhecimento).

Deus é utilizado como Macaco Gordo para praticamente tudo: “estou numa situação difícil… ah, foi Deus quem quis”, “por que essa tragédia aconteceu comigo… ah, foi vontade de Deus”, “por que não ganho na telesena… porque Deus escreve certo por linhas tortas” e por aí, os exemplos são inúmeros.

Pois bem, enquanto o Conhecimento está de folga, tirando umas férias nos confins do Universo, o Macaco Gordo aproveita para aparecer até quando o assunto é ciência, que a meu ver deveria ficar longe desse Macaco, entretanto, até mesmo os cientistas mais renomados se utilizam desse Fofucho Macaquito para justificarem a complexidade que encontram em suas pesquisas.

Na minha opinião personalíssima, apelar para um Deus é o mesmo que atestar sua ignorância quanto aos assuntos no qual o Macaco Gordo apareceu. Seria o mesmo que dizer “Eu não sei mais nada a partir desse ponto.” o que seria mais inteligente de se dizer, já que não se apelaria para o desconhecido e imaginário Deus.

A Consciência Intrafísica Terráquea (atual habitante do planeta Terra) é imatura e ignorante em toda sua capacidade de raciocínio quando a discussão tende para o lado do tal “Macaquinho Supernutrido”.

Toda essa introdução para dizer que chegou até meu conhecimento (através de um amigo) a reportagem “Cientistas afirmam que podem provar a existência de Deus pela análise do DNA” (olha o macaco gordo aí!) e que traz um conceito que achei interessante, um tal de “Projeto Inteligente” que se baseia no seguinte raciocínio:

Sendo o DNA um sistema complexo, composto por mais de três bilhões de caracteres individuais que são processados e geram as informações necessárias para a construção da constituição física do ser, de onde veio tanta informação?

Na minha opinião esta pergunta não é a pergunta correta a ser feita, já que as informações contidas no DNA são resultado dos milhares de anos de evolução e mutação genética. O mais interessante seria questionar “quem” dá significado a todo esse conjunto de dados, no que eu responderia: “Talvez seja nós mesmos, Consciências”.

Pois bem, na reportagem, cientistas dizem que “o que é capaz de produzir informação é a inteligência“. E concordo com eles nessa afirmação e faço um paralelo com o tratamento de dados dentro de uma empresa: cada palavra ou número é um dado, simplesmente um elemento sem nenhum significado que é armazenado no banco de dados da empresa; então, eis que vem um funcionário chamado de Analista que vai olhar para aqueles dados e procurar qual a relação existente entre eles e organizá-los de forma a dar significado a eles; nisso os dados, depois de significados, transformam-se em informação, ou seja, os dados estão lá soltos e aparentemente sem relevância, quando vem uma inteligência e percebe a inter-relação desses dados, dando utilidade e lógica aos dados que tornam-se informação, que será analisada por outros funcionários que tomarão decisões.

Nesse paralelo, o DNA repleto de genes (dados) necessita de uma inteligência (Consciência) para dar significado e perceber a relação entre esses dados genéticos, gerando um determinado biótipo com características únicas (informação).

Ora, a Consciência (nós) somos uma inteligência, por que então essa inteligência que organiza e interpreta os dados transformando em informações não pode ser nós mesmos? Ainda não temos noção da extensão de nossas capacidades como Consciências multidimensionais, multiexistenciais e multiveiculares para refutar esse hipótese.

É importante dizer que a confirmação do “Projeto Inteligente” não vai provar a existência de nenhum “Deus”, apenas vai provar que existe uma inteligência (que pode ser nós mesmos ou uma um pouco maior do que nós) por trás da significação dos dados contidos no código genético.

É aqui que a arrogância da conscin terráquea entra: ela sempre se acha o centro do universo. Primeiro, a Terra era o centro do Sistema (atualmente chamado de Solar). Descobriu-se através de pesquisas científicas que isso não era verdade. Depois tínhamos que ser o centro da galáxia, entretanto não o somos. E por fim, a ignorância e prepotência leva a Conscin a pensar que somos o primeiro e único planeta com vida inteligente no Universo. Ledo engano.

Há consciências em constante desenvolvimento por todo o Universo, e em diversos estágios evolutivos, bem como em diferentes estágios de inteligência. Vide relatos de projetores lúcidos que tiverem encontros com consciências extraterrestres no extrafísico, inclusive o Prof. Waldo Vieira relata alguns encontros desses em videos disponibilizados no You Tube.

OK, o DNA pode ter sido algo significado por uma inteligência superior a nossa inteligência atual, mas isso não prova que essa inteligência é a Causa Primária. Há diversos graus da Consciência na escala evolutiva que podem ser a inteligência ou as inteligências  por trás dessa significação, sem no entanto, estar sequer próximo da Causa Primária do Universo.

Por favor, siga meu raciocínio:

Através dos estudos e vivências Conscienciológicas se tem registro e conhecimento de estágios evolutivos da Consciência. O último estágio conhecido é aquele no qual nós Consciências não precisaremos da forma para nos manifestarmos, descartando assim os veículos de manifestação somático, energossomático e psicossomático; passando a ser uma Consciência Livre.

Se uma Consciência Livre for responsável pela evolução de um planeta inteiro, essa inteligência responsável pode ser a inteligência por trás da transformação do DNA em informação, já que ela estaria encarregada da evolução das Consciências nesse planeta.

Mas pode-se pensar também da seguinte maneira: se só existe duas coisas no Universo, energia e Consciência, então a primeira significação dos dados genéticos foi realizada pela primeira ou pelas primeiras consciências que surgiram no princípio de tudp.  Então os crentes irão dizer: “Ahá! E quem foi que criou essas primeiras consciências?”, aí responderei “Não sei” e eles dirão “Foi Deus! Está vendo, não tem como negar a existência de Deus” (e aqui está o Macaco Gordo novamente!). E isso é uma grande prova da infantilidade e imaturidade que a Consciência pode demonstrar. Tudo bem, você quer dizer que o Universo surgiu de algum lugar ou alguém o fez? Chame de Causa Primária do Universo, já que ninguém sabe com certeza como foi, quem foi ou por quê foi. A palavra “Deus” já está tão estigmatizada pelas religiões ao longo dos séculos do desenvolvimento humano nesse planeta que não convém utilizá-la mais para se referir ao princípio de tudo.

Agora seja racional e consciente: o que você está chamando de “Deus” não é nem de perto a Causa Primária do Universo (que com toda certeza está a anos-luz de nossa capacidade de compreensão), mas sim uma Consciência em estágio mais avançado na evolução do que eu e você, entretanto, que não é nenhum ser onipotente, onipresente, oni-qualquer-coisa. É simplesmente (ou complexamente, se preferir) eu e você daqui a alguns milhares de anos de evolução. E não é nenhum “paizão” que sabe tudo o que acontece com você e que está te esperando de braços abertos no “céu” e que é responsável por todas as mazelas, tragédias e bem-venturas que acontece nesta sua vida intrafísica e nas anteriores e nas que se seguirão, o responsável por tudo isso é somente você naquilo que você, como dizem por aí, “plantou, semeou e está colhendo”.

Cai na real Consciência! Pare de chamar o Macado Gordo e corra atrás do Conhecimento que é o mais importante!

Um abraço!

OBS.: Escrevi a palavra “Deus” em maiúscula nos parágrafos acima para não ofender mais ainda os que acreditam nesse ser/entidade/ou seja lá como queira denominar; porque costumo escrever em minúsculo pois não vejo porque escrever em maiúsculo e porque provavelmente só é escrito em maiúsculo para enaltecer o conceito. Já com a palavra “conhecimento” fiz o inverso, para enaltecer a importância do saber, do conhecer, do se informar, do amadurecer.

Transmigração Interplanetária e “voltando às origens”

Há alguns dias estou conversando sobre Transmigrações Interplanetárias com o Eduardo, que comentou o post de Reurbanização Extrafísica e o Fim do Mundo em 2012, no que ele (obrigado pelos comentários, Eduardo!) lançou algumas questões pertinentes, como por exemplo “e se a transmigração é um processo contínuo e não dependente de eventos grandiosos ou mesmo cataclísmicos?” ou também “se estamos indo para outro planeta estamos mais evoluídos” (minha resposta sobre essa segunda questão você pode ler nos comentários do post acima mencionado), e tive a curiosidade de procurar no youtube se havia algum video com conteúdo específico de transmigrações interplanetárias.

Porém, somente encontrei videos sobre “transmigração da alma” como sentido de passagem para o extrafísico.

Também encontrei um video sobre Namu Mioho Rengue Kyo, um tipo de mantra oriental (que cheguei a praticar durante um curtíssimo tempo em minha vida), no qual o interlocutor apresenta o mantra como espécie de “salvação” e que este seria uma maneira de “voltar às origens“.

Então me peguei indagando:

“Por que as religiões pensam que temos que voltar às origens?”

Ora, se nosso caminho é a evolução (é melhorar) é de se esperar que estejamos rumando ao desconhecido, para um caminho nunca antes percorrido por nós e não “voltar às origens“.

Por exemplo (numa analogia bem tosca), por acaso alguém que depois que sai da casa dos pais, já é independente financeiramente, quer voltar a morar com eles outra vez? Na maioria esmagadora das vezes, não.

Então porque teríamos que voltar às origens?

Depois disso, assisti a um video com uma mensagem supostamente enviada por Asthar Sheran ou Alaje (não sei se são a mesma pessoa ou duas distintas). Digo supostamente porque não tenho como provar a veracidade da mensagem, entretanto uma frase do video me chamou a atenção:

“…Muitos de nós viemos aqui como voluntários, com o objetivo de eliminar a negatividade na Terra…”

Segure essa frase em sua mente. Preciso explicar outro ponto antes de juntar tudo.

Tenho assistido alguns videos com conteúdo a respeito dos reptilianos, ditos extraterrestres que vieram a milhares de anos para Terra e atribui-se a eles o salto evolutivo do antepassado do homem (bom, há outros que dizem que foi um retrocesso como nessa série de videos do Credo Mutwa) .

O problema é o seguinte, se os reptilianos vieram para a Terra e são responsáveis, antes diretamente, agora indiretamente, por esse caos que vemos na dimensão intrafísica e mesmo no que projetores conscientes pelo mundo afora paravêem no extrafísico é de se supôr que, se a mensagem de Alaje é verossímil então, diversas raças alienígenas mais lúcidas e mais fraternas se voluntariaram para vir habitar (e ressomar) neste planeta no intuito de “limpar a bagunça” arquitetada pelos reptilianos (que se você procurar informações verá que não foi pouco coisa não).

Foi então que o fechamento de todo esse raciocínio maluco começou a se formar:

Se viemos de longe, de outros planetas, outras moradas interplanetárias, é bastante lógico e plausível que tenhamos saudade desses locais, dos quais nos distanciamos por um enorme período, fazendo com que nós, na ânsia de não esquecermos de “casa” ou de nossa “origemextraplanetária tenhamos desenvolvido essas religiões que falam de “retorno às origens“, o que explicaria essas afirmações.

Todo esse raciocínio é apenas uma hipótese, já que é apenas baseado no conhecimento que adquiri ao longo dessa vida intrafísica e nunca tive a oportunidade de conversar com um extraterrestre cara-a-cara (ou paracara-a-paracara).

Quem sabe um dia não consigo falar com o ET Bilu? Aí ele poderá, talvez, sanar essas dúvidas… se bem que pra falar com ele tem que fazer aquela dancinhas dos passos mas não sei dançar e tem aquele lance da concha, que se a utilidade dela for o que estou pensando, é melhor deixar quieto e não tentar falar com o Bilú, não.

Há quem diga (e eu concordo) que a maioria da população terrestre não é natural da Terra, mas sim advinda de outros planetas pelo Universo afora.

Sendo assim, todos (ou quase todos) fomos extraterrestres em algum momento anterior, mas agora somos terrestres já que nossa morada atual é essa.

Bom é isso, fiquem à vontade para as críticas, para o debate nos comentários, lembrando que:

“Não acredite em nada, nem mesmo no que escrevo aqui, tenha suas experiências pessoais, chegue às suas próprias conclusões” 

Frases da Conscienciologia

Conheça o Frases da Conscienciologia, um blog com pensamentos de autores/pesquisadores das ciências Projeciologia e Conscienciologia.

Blog:
http://frasesdaconscienciologia.wordpress.com/

Facebook:
https://www.facebook.com/pages/Frases-da-Conscienciologia/274266539301609

Abraço!

 

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 4.300 vezes em 2011. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Long Time No See… e o Neologismo Trador

A tempos que não posto nada aqui no Recuperando Cons. Bem verdade, desde quando minhas férias acabaram. A rotina de trabalho e o cansaço constante me desmotivaram a pensar em assuntos para serem discutidos aqui.

Agora estou num momento crítico na área profissional, que está consumindo meus esforços e me enchendo de medos e paranóias e acabo por deixar o Recons (Recuperando Cons) de lado.

Entretanto, hoje um artigo escrito pelo meu grande amigo, escritor, pesquisador, massoterapeuta e educador físico, Alexandre Pereira, reavivou a vontade de escrever aqui. A vontade de compartilhar conteúdo relevante para sua evolução (e pra minha também!).

O tema do artigo é “Trador: Um Novo Elemento Conscienciométrico” e discorre sobre a proposta de uma neologia que trará mais elementos para uma autopesquisa mais acurada em relação aos nossos traços força  (trafores) que permanecem dormentes, os tradores (traços dormentes), nesta seriéxis (serialidade existencial, vida intrafísica) mas que já foram bastante desenvolvidos ou bastante utilizados em vidas pregressas (anteriores).

Um dos exemplos que ele cita no artigo é do gênio artista que nesta vida, possui esse trador (traço dormente) da genialidade artística para se dedicar à mentalsomática, ao campo das idéias e da racionalidade. O que seria uma dormência superavitária, já que a utilização da razão e tida como mais benéfica à evolução pessoal do que a emoção, ou a exacerbação das emoções, do “vislumbre poético do subjetivo sentimental“.

Lembrei-me que meu traço artístico (longe de ser genial, mas ainda assim, acima da média) já desenvolvido noutras serialidades existenciais (seriéxis) se manifestou desde cedo, não estando, portanto, dormente. O que me causou problemas nas escolhas profissionais, atrasando decisões e experiências importantes para meu amadurecimento na profissão.

Hoje, sou bacharel em administração (ainda não tenho registro no conselho regional de administração 😛), e gosto dessa área (apesar de muitas vezes pensar que me faltam traços – ou que talvez como o artigo sugere, estejam adormecidos – e que me fazem “gelar” a barriga ou passar dias preocupado, ansioso e inseguro sem saber como lidar com determinadas situações). Mas a escolha dessa área não aconteceu sem antes achar que nada além da arte serviria que eu não daria certo em nenhuma outra área.

Duas faculdades interrompidas (uma de artes plásticas e outra de artes sonoras) depois, descubro que a administração é uma área em que posso me sair bem e fico sabendo de algo que (talvez) pudesse ter mudado minha escolha desde o começo:

Quem não sabe qual curso fazer, faz Administração.

Esta frase, no meio acadêmico, é vista como uma satirização dos outros cursos em relação ao de Administração, porque é uma área bem ampla, na qual você consegue trabalhar em qualquer empresa, em qualquer setor, é bem geral e depois você escolhe qual área se especializar. Porém, pra mim talvez tivesse valido como um conselho de amigo (ou talvez eu não tivesse maturidade para dar ouvidos a este “conselho).

Infelizmente (ou felizmente, dependendo do ponto de vista) essa frase não chegou ao meu conhecimento até que já fosse tarde demais e eu já tivesse conseguido ajustar a rota da proéxis na área profissional. Já estava dentro do curso de administração e o conhecimento desta frase, a mim não mais seviria pra nada. Mas pode servir pra você que está lendo essa postagem agora. (se isso aqui estivesse no twitter, colocaria um #fikdik, ;D)

Entranto (porém, contudo, todavia!), nenhuma experiência é irrelevante para a Consciência disposta a aprender (e evoluir!). Estas experiências artísticas serviram para reforçar a idéia de que nesta vida eu não iria pautar minha subsistência ou meus esforços pensênicos na arte.

Voltando à questão do traço adormecido, proposto pelo Alexandre, fico a pensenizar se há em mim um traço adormecido quando por várias vezes e em diversas situações (principalmente profissionais – e às vezes no campo dos relacionamentos amorosos) desta minha atual existência intrafísica, me deparei com situações onde eu pensava “preciso agir dessa forma, sei que consigo agir assim, mais confiante ou mais determinado” mas na hora H amarelava grandão e me encolhia dentro de mim, sucumbindo ao medoá auto-imagem distorcida, à insegurança e à vitimização.

Isso me põe a refletir sobre minha atual situação: é preciso uma mudança, um amadurecimento profissional e isso me causa um “cagaço” tamanho, que  não passo um dia sequer sem remoer as opções que tenho e o que vai acontecer se eu escolher isso ou aquilo e se não der certo e se eu ficar desempregado e se eu não conseguir ser competente no que eu tiver que realizar profissionalmente e por aí vai.

A insegurança cresce a cada dia junto com o medo da mudança.

Por outro lado, entendo perfeitamente que este momento de crise pessoal faz-se necessário para mais um aprendizado forte.

Então continuo seguindo em frente (não tão intensamente quanto talvez devesse) tentado manter a confiança de que tudo vai dar certo, de que as coisas vão mudar para melhor e que os “estudos de hoje trarão os frutos de amanhã“, propiciando escolhas mais assertivas.

#Fikdik (:P) então, de um artigo conscienciológico de ponta para colocar mais “caraminholas” na sua cabeça e fazê-lo refletir sobre suas atitudes (ou não atitudes) e suas escolhas.

Um abraço energético a todos!

OBS.: Pra não dizer que não tive indícios de que não deveria fazer artes, lembro que uma vez fiz um teste vocacional e saiu uns oitenta por cento de inclinação para área de exatas e o restante para área de humanas. Mas eu decidi ignorar o teste e fazer artes assim mesmo (afinal, sou muito teimoso quando não quero algo).

OBS.2: Acabei de postar no twitter a frase com a hashtag #fikdik! hehehehe