Archive for the ‘ Evoluciologia ’ Category

Deus: Um Macaco Gordo!

Crentes já devem estar me xingando só pelo título do post! hehehehehe

Explico:

Deus é um Macaco Gordo (mas bem gordo mesmo!), já que está quebrando o galho do Conhecimento enquanto este não dá as caras, ou melhor, enquanto a Consciência não amadurece e busca por ele (o Conhecimento).

Deus é utilizado como Macaco Gordo para praticamente tudo: “estou numa situação difícil… ah, foi Deus quem quis”, “por que essa tragédia aconteceu comigo… ah, foi vontade de Deus”, “por que não ganho na telesena… porque Deus escreve certo por linhas tortas” e por aí, os exemplos são inúmeros.

Pois bem, enquanto o Conhecimento está de folga, tirando umas férias nos confins do Universo, o Macaco Gordo aproveita para aparecer até quando o assunto é ciência, que a meu ver deveria ficar longe desse Macaco, entretanto, até mesmo os cientistas mais renomados se utilizam desse Fofucho Macaquito para justificarem a complexidade que encontram em suas pesquisas.

Na minha opinião personalíssima, apelar para um Deus é o mesmo que atestar sua ignorância quanto aos assuntos no qual o Macaco Gordo apareceu. Seria o mesmo que dizer “Eu não sei mais nada a partir desse ponto.” o que seria mais inteligente de se dizer, já que não se apelaria para o desconhecido e imaginário Deus.

A Consciência Intrafísica Terráquea (atual habitante do planeta Terra) é imatura e ignorante em toda sua capacidade de raciocínio quando a discussão tende para o lado do tal “Macaquinho Supernutrido”.

Toda essa introdução para dizer que chegou até meu conhecimento (através de um amigo) a reportagem “Cientistas afirmam que podem provar a existência de Deus pela análise do DNA” (olha o macaco gordo aí!) e que traz um conceito que achei interessante, um tal de “Projeto Inteligente” que se baseia no seguinte raciocínio:

Sendo o DNA um sistema complexo, composto por mais de três bilhões de caracteres individuais que são processados e geram as informações necessárias para a construção da constituição física do ser, de onde veio tanta informação?

Na minha opinião esta pergunta não é a pergunta correta a ser feita, já que as informações contidas no DNA são resultado dos milhares de anos de evolução e mutação genética. O mais interessante seria questionar “quem” dá significado a todo esse conjunto de dados, no que eu responderia: “Talvez seja nós mesmos, Consciências”.

Pois bem, na reportagem, cientistas dizem que “o que é capaz de produzir informação é a inteligência“. E concordo com eles nessa afirmação e faço um paralelo com o tratamento de dados dentro de uma empresa: cada palavra ou número é um dado, simplesmente um elemento sem nenhum significado que é armazenado no banco de dados da empresa; então, eis que vem um funcionário chamado de Analista que vai olhar para aqueles dados e procurar qual a relação existente entre eles e organizá-los de forma a dar significado a eles; nisso os dados, depois de significados, transformam-se em informação, ou seja, os dados estão lá soltos e aparentemente sem relevância, quando vem uma inteligência e percebe a inter-relação desses dados, dando utilidade e lógica aos dados que tornam-se informação, que será analisada por outros funcionários que tomarão decisões.

Nesse paralelo, o DNA repleto de genes (dados) necessita de uma inteligência (Consciência) para dar significado e perceber a relação entre esses dados genéticos, gerando um determinado biótipo com características únicas (informação).

Ora, a Consciência (nós) somos uma inteligência, por que então essa inteligência que organiza e interpreta os dados transformando em informações não pode ser nós mesmos? Ainda não temos noção da extensão de nossas capacidades como Consciências multidimensionais, multiexistenciais e multiveiculares para refutar esse hipótese.

É importante dizer que a confirmação do “Projeto Inteligente” não vai provar a existência de nenhum “Deus”, apenas vai provar que existe uma inteligência (que pode ser nós mesmos ou uma um pouco maior do que nós) por trás da significação dos dados contidos no código genético.

É aqui que a arrogância da conscin terráquea entra: ela sempre se acha o centro do universo. Primeiro, a Terra era o centro do Sistema (atualmente chamado de Solar). Descobriu-se através de pesquisas científicas que isso não era verdade. Depois tínhamos que ser o centro da galáxia, entretanto não o somos. E por fim, a ignorância e prepotência leva a Conscin a pensar que somos o primeiro e único planeta com vida inteligente no Universo. Ledo engano.

Há consciências em constante desenvolvimento por todo o Universo, e em diversos estágios evolutivos, bem como em diferentes estágios de inteligência. Vide relatos de projetores lúcidos que tiverem encontros com consciências extraterrestres no extrafísico, inclusive o Prof. Waldo Vieira relata alguns encontros desses em videos disponibilizados no You Tube.

OK, o DNA pode ter sido algo significado por uma inteligência superior a nossa inteligência atual, mas isso não prova que essa inteligência é a Causa Primária. Há diversos graus da Consciência na escala evolutiva que podem ser a inteligência ou as inteligências  por trás dessa significação, sem no entanto, estar sequer próximo da Causa Primária do Universo.

Por favor, siga meu raciocínio:

Através dos estudos e vivências Conscienciológicas se tem registro e conhecimento de estágios evolutivos da Consciência. O último estágio conhecido é aquele no qual nós Consciências não precisaremos da forma para nos manifestarmos, descartando assim os veículos de manifestação somático, energossomático e psicossomático; passando a ser uma Consciência Livre.

Se uma Consciência Livre for responsável pela evolução de um planeta inteiro, essa inteligência responsável pode ser a inteligência por trás da transformação do DNA em informação, já que ela estaria encarregada da evolução das Consciências nesse planeta.

Mas pode-se pensar também da seguinte maneira: se só existe duas coisas no Universo, energia e Consciência, então a primeira significação dos dados genéticos foi realizada pela primeira ou pelas primeiras consciências que surgiram no princípio de tudp.  Então os crentes irão dizer: “Ahá! E quem foi que criou essas primeiras consciências?”, aí responderei “Não sei” e eles dirão “Foi Deus! Está vendo, não tem como negar a existência de Deus” (e aqui está o Macaco Gordo novamente!). E isso é uma grande prova da infantilidade e imaturidade que a Consciência pode demonstrar. Tudo bem, você quer dizer que o Universo surgiu de algum lugar ou alguém o fez? Chame de Causa Primária do Universo, já que ninguém sabe com certeza como foi, quem foi ou por quê foi. A palavra “Deus” já está tão estigmatizada pelas religiões ao longo dos séculos do desenvolvimento humano nesse planeta que não convém utilizá-la mais para se referir ao princípio de tudo.

Agora seja racional e consciente: o que você está chamando de “Deus” não é nem de perto a Causa Primária do Universo (que com toda certeza está a anos-luz de nossa capacidade de compreensão), mas sim uma Consciência em estágio mais avançado na evolução do que eu e você, entretanto, que não é nenhum ser onipotente, onipresente, oni-qualquer-coisa. É simplesmente (ou complexamente, se preferir) eu e você daqui a alguns milhares de anos de evolução. E não é nenhum “paizão” que sabe tudo o que acontece com você e que está te esperando de braços abertos no “céu” e que é responsável por todas as mazelas, tragédias e bem-venturas que acontece nesta sua vida intrafísica e nas anteriores e nas que se seguirão, o responsável por tudo isso é somente você naquilo que você, como dizem por aí, “plantou, semeou e está colhendo”.

Cai na real Consciência! Pare de chamar o Macado Gordo e corra atrás do Conhecimento que é o mais importante!

Um abraço!

OBS.: Escrevi a palavra “Deus” em maiúscula nos parágrafos acima para não ofender mais ainda os que acreditam nesse ser/entidade/ou seja lá como queira denominar; porque costumo escrever em minúsculo pois não vejo porque escrever em maiúsculo e porque provavelmente só é escrito em maiúsculo para enaltecer o conceito. Já com a palavra “conhecimento” fiz o inverso, para enaltecer a importância do saber, do conhecer, do se informar, do amadurecer.

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Transmigração Interplanetária e “voltando às origens”

Há alguns dias estou conversando sobre Transmigrações Interplanetárias com o Eduardo, que comentou o post de Reurbanização Extrafísica e o Fim do Mundo em 2012, no que ele (obrigado pelos comentários, Eduardo!) lançou algumas questões pertinentes, como por exemplo “e se a transmigração é um processo contínuo e não dependente de eventos grandiosos ou mesmo cataclísmicos?” ou também “se estamos indo para outro planeta estamos mais evoluídos” (minha resposta sobre essa segunda questão você pode ler nos comentários do post acima mencionado), e tive a curiosidade de procurar no youtube se havia algum video com conteúdo específico de transmigrações interplanetárias.

Porém, somente encontrei videos sobre “transmigração da alma” como sentido de passagem para o extrafísico.

Também encontrei um video sobre Namu Mioho Rengue Kyo, um tipo de mantra oriental (que cheguei a praticar durante um curtíssimo tempo em minha vida), no qual o interlocutor apresenta o mantra como espécie de “salvação” e que este seria uma maneira de “voltar às origens“.

Então me peguei indagando:

“Por que as religiões pensam que temos que voltar às origens?”

Ora, se nosso caminho é a evolução (é melhorar) é de se esperar que estejamos rumando ao desconhecido, para um caminho nunca antes percorrido por nós e não “voltar às origens“.

Por exemplo (numa analogia bem tosca), por acaso alguém que depois que sai da casa dos pais, já é independente financeiramente, quer voltar a morar com eles outra vez? Na maioria esmagadora das vezes, não.

Então porque teríamos que voltar às origens?

Depois disso, assisti a um video com uma mensagem supostamente enviada por Asthar Sheran ou Alaje (não sei se são a mesma pessoa ou duas distintas). Digo supostamente porque não tenho como provar a veracidade da mensagem, entretanto uma frase do video me chamou a atenção:

“…Muitos de nós viemos aqui como voluntários, com o objetivo de eliminar a negatividade na Terra…”

Segure essa frase em sua mente. Preciso explicar outro ponto antes de juntar tudo.

Tenho assistido alguns videos com conteúdo a respeito dos reptilianos, ditos extraterrestres que vieram a milhares de anos para Terra e atribui-se a eles o salto evolutivo do antepassado do homem (bom, há outros que dizem que foi um retrocesso como nessa série de videos do Credo Mutwa) .

O problema é o seguinte, se os reptilianos vieram para a Terra e são responsáveis, antes diretamente, agora indiretamente, por esse caos que vemos na dimensão intrafísica e mesmo no que projetores conscientes pelo mundo afora paravêem no extrafísico é de se supôr que, se a mensagem de Alaje é verossímil então, diversas raças alienígenas mais lúcidas e mais fraternas se voluntariaram para vir habitar (e ressomar) neste planeta no intuito de “limpar a bagunça” arquitetada pelos reptilianos (que se você procurar informações verá que não foi pouco coisa não).

Foi então que o fechamento de todo esse raciocínio maluco começou a se formar:

Se viemos de longe, de outros planetas, outras moradas interplanetárias, é bastante lógico e plausível que tenhamos saudade desses locais, dos quais nos distanciamos por um enorme período, fazendo com que nós, na ânsia de não esquecermos de “casa” ou de nossa “origemextraplanetária tenhamos desenvolvido essas religiões que falam de “retorno às origens“, o que explicaria essas afirmações.

Todo esse raciocínio é apenas uma hipótese, já que é apenas baseado no conhecimento que adquiri ao longo dessa vida intrafísica e nunca tive a oportunidade de conversar com um extraterrestre cara-a-cara (ou paracara-a-paracara).

Quem sabe um dia não consigo falar com o ET Bilu? Aí ele poderá, talvez, sanar essas dúvidas… se bem que pra falar com ele tem que fazer aquela dancinhas dos passos mas não sei dançar e tem aquele lance da concha, que se a utilidade dela for o que estou pensando, é melhor deixar quieto e não tentar falar com o Bilú, não.

Há quem diga (e eu concordo) que a maioria da população terrestre não é natural da Terra, mas sim advinda de outros planetas pelo Universo afora.

Sendo assim, todos (ou quase todos) fomos extraterrestres em algum momento anterior, mas agora somos terrestres já que nossa morada atual é essa.

Bom é isso, fiquem à vontade para as críticas, para o debate nos comentários, lembrando que:

“Não acredite em nada, nem mesmo no que escrevo aqui, tenha suas experiências pessoais, chegue às suas próprias conclusões” 

Muletas Psicofisiológicas são necessárias?

Há algumas semanas estava trocando idéias com meu primo Marcell e acabamos por abordar o assunto das muletas psicofisiológicas, no que ele me disse que eu havia apenas aceitado a idéia de que muletas não são necessárias para desencadear fenômenos parapsíquicos sem questionar.

Isto foi um feedback (retorno) interessante. Decidi então pesquisar mais pra compreender melhor a necessidade de utilizar ou não muletas no desencadeamento de fenômenos parapsíquicos e se são mais ou menos potentes que a impulsão da vontade nos experimentos.

De acordo com o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, Muleta é:

muleta |ê|

s. f.
1. Pau ou bastão a que se pode apoiar quem tem dificuldade em andar, geralmente apoiando a axila na parte superior.
2. [Tauromaquia]  Pau com pano de lã vermelha com que o toureiro engana e toureia o touro.
3. Manivela do realejo.
4. Pequeno barco de pesca.
5. [Figurado]  Apoio, amparo.
6. [Heráldica]  Peça em forma de estrela.

E pelo Dicionário Aurélio Online:

Significado de Muleta

s.f. Bordão comprido terminado na parte superior por um encosto côncavo, em que os aleijados apóiam as axilas para se moverem. / Fig. O que moralmente serve de apoio ou argumento; amparo. / Manivela com que se faz girar o cilindro dos realejos. / Heráld. Peça do feitio de uma estrela, que tem o centro coberto e que se desenha nos brasões com a cor apropriada às regras dos mesmos. / Tauromaquia Bastão a que se prende uma manta vermelha da qual se serve o toureiro matador.

Os dois conceitos são bem próximos, utilizando apenas sinônimos para elaborar textos distintos em seu formato, porém idênticos em seu conteúdo.

O sentido em que é empregada a palavra muleta na Conscienciologia é de fato algo que a Consciência se utiliza para apoiar-se, para amparar-se, seja psicologicamente, seja fisicamente, na realização de suas tarefas assistenciais ou na reciclagem existencial pessoal.

De acordo com a Conscienciopédia, muletas psicofisiológicas podem ser chamadas também de andaimes conscienciais (Andaimes conscienciais – Muletas psicológicas ou fisiológicas quando dispensáveis).

No Projeciologia (pág. 86), temos os seguintes parágrafos a respeito das muletas:

“”Autodeterminação. … aplicação lúcida e autodeterminante do mentalsoma.

Muletas. Em outras palavras: a abordagem da Ciência Projeciologia (que busca refutações) constrói, com expressiva naturalidade, a proposta filosófica revolucionária do acrisolamento da consciência que dispensa, para sempre, as muletas de toda conotação mística e da religiosidade de qualquer natureza. Na parte prática ainda indica a tenepes para as pessoas motivadas na assistência interconsciencial.”

Estes parágrafos nos indicam que a utilização com lucidez e determinação íntima do Mentalsoma pela Consciência, a leva ao descarte de todo e qualquer tipo de muleta com conotação mística ou religiosa.

O próximo parágrafo nos mostra que descartar as muletas é questão de nível evolutivo (Projeciologia, pág. 428):

Higiene. Para quem está começando, certos recursos de sugestão ou fatores desencadeantes dos processos projetivos podem ser de extrema utilidade. Todo recurso, por mais exótico que seja, desde que inofensivo para a consciência, positivo para os fins colimados, dentro da higiene física, mental e consciencial, pode e deve ser utilizado para produzir as projeções conscientes.

Esforço. Todo esforço ou sacrifício neste sentido compensa a dedicação pessoal.

Artifício. Se precisa de uma palavra, símbolo, imagem ou mesmo um artifício esdrúxulo para se sentir seguro no ato de se projetar, deve usá-lo e depois, ao adquirir maior experiência, simplificará o que for possível, dispensando todo recurso supérfluo.

Muletas. O projetor(a), pouco a pouco, adquirindo experiência, acaba sempre alcançando um estágio em que dispensará todas as dependências ou muletas psicofísicas que usa para suprir as suas deficiências no processo da projeção consciente.”

E noutra página:

Muletas. Todos os rituais e muletas psicofisiológicas são passageiros, infantis e infantilizadores.” – Projeciologia, pág. 579

Percebe-se então que no início da descoberta e desencadeamento dos fenômenos parapsíquicos é compreensível a utilização de muletas até que a Consciência sinta-se segura de si mesma, angarie confiança em suas habilidades para noutro estágio, descartar as muletas e “andar por si mesma”, ou diria, projetar por si mesma.

Mas há um porém. Ali onde diz “…desde que inofensivo para a consciência…“, ou seja, você precisa do seu discernimento e de suas parapercepções ou mesmo da intuição de que determinados tipos de muletas podem acarretar danos à algum dos veículos de manifestação da Consciência, dificultando ações futuras.

Um exemplo disso são os aparelhos ou programas que emitem sons para alteração da frequência cerebral, que segundo o Prof. Waldo acarretam problemas em sua sinalética parapsíquica – aplicando-se o princípio da descrença, não acredite no que ele disse – entretanto, você estaria disposto a sacrificar a sua sinalética – caso ele esteja certo – para refutar ou provar essa teoria?

Há diferenças entre a Curiosidade Científica Sadia e a Burrice Humana.

Agora o que é melhor, utilizar muletas ou não utilizar? Vimos que tudo depende do seu nível de compreensão evolutiva e do desenvolvimento de suas habilidades conscienciais.

O ideal é não utilizá-las já que criam uma dependência entre a Consciência e o objeto/imagem/mantra. Mas é fato que vivemos num mundo do não-ideal, portanto se precisar utilizá-las, tenha sempre em mente que em algum momento na sua evolução você perceberá que elas já não fazem o mesmo efeito ou que você já consegue avançar sem elas.

Quanto a utilização, visualize a seguinte cena:

Imagine que você só exterioriza energia para realizar assistência se estiver com seu Bastão Mágico (com exteriorização +3 e brilho adicional) ou seu Amuleto Estrela de Davi (com exteriorização +5, e adicional de carisma).

E se acontecer uma emergência e você precisar exteriorizar energia para fazer assistência na hora e não estiver com seus amuletos? Você não pode correr até sua casa e pegar seus amuletos, bastões, pedras, pirâmides, cristais ou mesmo sua cueca da sorte. É preciso fazer algo ali, naquele exato momento.

Uma Consciência que se preparou sem a utilização de muletas psicofisiológicas ou que já conseguiu descartá-las, estará preparada para esse momento e sem titubear, realizará assistência energética apenas com a impulsão de sua força de vontade, um dos maiores atributos da Consciência, vindo atrás (talvez) somente do Discernimento.

A não utilização de muletas psicofisiológicas de qualquer natureza faz com que a Consciência desenvolva seus atributos conscienciais e possa estar preparada para utilizá-los em qualquer situação, lugar, hora ou dimensão na qual se manifeste.

E tem mais, dessa vida física, não levamos nada a não ser nosso conhecimento e nossas habilidades conscienciais. Então quando chegar no extrafísico, você não terá seus amuletos para lhe ajudar.

Você pode me dizer (como meu primo me disse):

Ah, mas no extrafísico você pode fazer um constructo astral (morfopensene) do objeto.”

Sim, pode, porém esta é outra habilidade que a Consciência tem que desenvolver. Não pense que assim que dessomar ou quando você se projetar para fora do corpo físico lucidamente será a coisa mais fácil do mundo criar qualquer coisa que vier à sua mente de forma consciente e direcionada. Não se engane, assim como qualquer outra habilidade, criar morfopensenes também exige experiência na área e se você não a tiver, também terá dificuldades para fazê-lo.

Se você desenvolveu a sua habilidade Consciencial, mentalsomática, lúcida e determinada nada disso será necessário e então a sua tarefa assistencial será desempenhada sem qualquer tipo de empecilhos a não ser sua própria disposição para tal.

Mas não acredite em nada do que eu escrevi aqui, tenhas suas próprias experiências, faça seus próprios estudos e tire suas próprias conclusões.

Uma última observação:

Pelas definições dos dicionários (no início do deste texto), percebe-se que até o auxílio de um Amparador pode ser considerado uma paramuleta, ou seja, uma muleta extrafísica, enquanto a Consciência não se torna “parapsiquicamente lúcida ou auto-suficiente” (VIEIRA, pág. 455).

E já que a interação entre as Consciências sugere uma relação de interdependência por toda a jornada evolutiva, estaremos utilizando a muleta do Amparo por muito tempo ainda.

Vestígios de que Extraterrestres estiveram entre nós

Documentário do History Channel bem interessante sobre os vestígios de que civilizações da antiguidade foram visitadas ou se originaram a partir de viajantes vindos do espaço:

Lanterna Verde e a Competência Pensênica

Qual é o coletivo de vontade?

Esta semana estava lendo a entrevista com o diretor do filme do Lanterna Verde (Green Lantern – que estréia agora em agosto no Brasil) e achei interessante ele dizendo que o maior poder do Lanterna Verde não é o anel, mas sim sua Força de Vontade.

“… a força de vontade é fator determinante na hora da decisão de se tornar ou não um lanterna verde, então força de vontade acaba sendo o poder dele.” – Martin Campbell – diretor de Lanterna Verde.

E que para os Lanternas Verde, quanto mais forte sua volição (vontade), mais poderosos serão seus Constructos. Esses Constructos seriam os chamados construtos astrais ou formas pensamento (morfopensenes) ou ainda, se considerados na dimensão física poderíamos chamá-los de ectoplasmias ou efeitos ectoplásmicos (que seria a materialização dos morfopensenes).

Certo. Com essa questão da VONTADE em mente, fiz uma pesquisa rápida no site da Revista Conscientia e encontrei um artigo bem interessante, do Conscienciológo Laênio Loche, a respeito da Competência Pensênica e Despertologia (para ler o artigo do Loche na íntegra, clique aqui ou no link acima).

Como já comentei no post anterior, a Despertologiaé o ramo da ciência Conscienciologia que estuda o estágio evolutivo conhecido como Desperticidade, ou a condição do ser Desperto; quais suas características e como alcançar esta condição (algo factível numa única existência – vida intrafísica – para aqueles se dedicarem a tal feito, segundo o Professor Waldo Vieira).

É justamente “como atingir” esse estágio evolutivo da Consciência que o artigo científico do pesquisador Loche vêm corroborar, tocando no ponto fundamental para tornar-se um DESPERTO:

A higienização do PENSENES, ou seja, seu controle permanente da manifestação qualitativa dos seus pensamentos, sentimentos e energias para evitar o autoassédio e consequentemente evitando o heteroassédio consciencial.

Onde entra a vontade nisso tudo?

A vontade é nosso maior poder no caminho para a Desperticidade, pois é com a vontade que você conseguirá controlar seus pensenes de forma a se reeducar, ocasionando uma mudança intraconsciencial, fazendo-o livrar-se de todo e qualquer elemento pensênico (pensamento, sentimento ou energia) que possa provocar-lhe o assédio (auto e hetero).

“A DESPERTICIDADE REQUER ATENÇÃO SOBRE

O CONTEÚDO E A PERMANÊNCIA DOS PENSENES,

ISTO É, A MANUTENÇÃO ININTERRUPTA

DE PADRÃO PENSÊNICO SALUTAR”.

Laênio Loche

E cabe dizer que, assim como acontece com o Lanterna Verde, quanto maior sua vontade maior seu poder de mudança pensênica, maior serão suas chances de alcançar a Desperticidade nesta vida intrafísica.

Mas atenção, serão precisos 20 (vinte) anos ininterruptos sem um único assédio para que você possa se considerar um Desperto.

Por isso tudo, estou mais ansioso ainda para assistir ao filme do Lanterna Verde e ver como essa questão da vontade foi tratada no filme e desde já me torno um admirador do personagem Hal Jordan, a.k.a. Lanterna Verde, pelo seu poder superheróico:

A FORÇA DE VONTADE.

Como nunca mais ser assediado/obsidiado?

Na Conscienciologia tem-se uma  meta para se alcançar no curto prazo (seja alcançando numa única vida ou nas vidas mais próximas) que é alcançar a condição de DESPERTO, ou seja, de DESassediado PERmanente TOtal, que quer dizer que você nunca mais será importunado por assediadores/obsidiadores/encostos ou como queira chamar. Essas Consciências Extrafísicas (ou mesmo as intrafísicas) não conseguirão brecha na sua personalidade para lhe sugar ou lhe fazer mal.

Para isso existem vários caminhos, porém todos passaram por três bases fundamentais da nossa manifestação:

1º Controle do PENsamento; (o PEN do PENSENE)

2º Controle do SENtimento; (o SEN do PENSENE)

3º Controle da ENErgia. (o ENE do PENSENE)

Não necessariamente nesta ordem. Os dois primeiros são mais importantes, porque o terceiro será consequência deles, se ninguém consegue tirar você do sério nem contaminar seus pensamentos, sua energia se manifestará de forma mais saudável.

Para entender melhor o que estou dizendo, leia a entrevista com o “Seu Manuelzinho, reconhecidamente um DESPERTO.

Ele dominou os próprios pensamentos e mantêm-se emocionalmente inabalável, equilibrado e por consequência as energias que ele emite e que atrai são saudáveis.

Mas há outra forma de se tornar DESPERTO que é através do domínio energético (que no fim acabará por passar por uma reeducação sentimental e mental).

Não importa por onde você irá começar, o que importa é estar com o objetivo claro na mente:

“Alcançar a condição de desassediado permanente total – DESPERTO“.

Essa é a meta prioritariamente evolutiva que a maioria de nós (eu que estou aqui escrevendo isso e você que está aí lendo) devemos almejar e nos esforçar para alcançar. Por que lembre-se:

Coincidências não existem

Waldo Vieira

E ainda:

“Não acredite em nada do que ler aqui,

EXPERIMENTE. 

Tenha suas experiências pessoais

e tire suas próprias conclusões.”

Cabe a você decidir por onde começar e saiba que não será fácil, pois a evolução não é “fofinha” e também “não passa a mão na cabeça” de ninguém.

Um abraço e votos de compléxis!

P.S.: Nos links abaixo você encontrará mais informações sobre a Desperticidade para aprofundar seu conhecimento.

Complementos:

O que é o PENSENE?

O que é o ser DESPERTO?

O que é a Desperticidade?

Videos sobre o ser DESPERTO.

Artigos científicos sobre a Desperticidade.