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Transmigração Interplanetária e “voltando às origens”

Há alguns dias estou conversando sobre Transmigrações Interplanetárias com o Eduardo, que comentou o post de Reurbanização Extrafísica e o Fim do Mundo em 2012, no que ele (obrigado pelos comentários, Eduardo!) lançou algumas questões pertinentes, como por exemplo “e se a transmigração é um processo contínuo e não dependente de eventos grandiosos ou mesmo cataclísmicos?” ou também “se estamos indo para outro planeta estamos mais evoluídos” (minha resposta sobre essa segunda questão você pode ler nos comentários do post acima mencionado), e tive a curiosidade de procurar no youtube se havia algum video com conteúdo específico de transmigrações interplanetárias.

Porém, somente encontrei videos sobre “transmigração da alma” como sentido de passagem para o extrafísico.

Também encontrei um video sobre Namu Mioho Rengue Kyo, um tipo de mantra oriental (que cheguei a praticar durante um curtíssimo tempo em minha vida), no qual o interlocutor apresenta o mantra como espécie de “salvação” e que este seria uma maneira de “voltar às origens“.

Então me peguei indagando:

“Por que as religiões pensam que temos que voltar às origens?”

Ora, se nosso caminho é a evolução (é melhorar) é de se esperar que estejamos rumando ao desconhecido, para um caminho nunca antes percorrido por nós e não “voltar às origens“.

Por exemplo (numa analogia bem tosca), por acaso alguém que depois que sai da casa dos pais, já é independente financeiramente, quer voltar a morar com eles outra vez? Na maioria esmagadora das vezes, não.

Então porque teríamos que voltar às origens?

Depois disso, assisti a um video com uma mensagem supostamente enviada por Asthar Sheran ou Alaje (não sei se são a mesma pessoa ou duas distintas). Digo supostamente porque não tenho como provar a veracidade da mensagem, entretanto uma frase do video me chamou a atenção:

“…Muitos de nós viemos aqui como voluntários, com o objetivo de eliminar a negatividade na Terra…”

Segure essa frase em sua mente. Preciso explicar outro ponto antes de juntar tudo.

Tenho assistido alguns videos com conteúdo a respeito dos reptilianos, ditos extraterrestres que vieram a milhares de anos para Terra e atribui-se a eles o salto evolutivo do antepassado do homem (bom, há outros que dizem que foi um retrocesso como nessa série de videos do Credo Mutwa) .

O problema é o seguinte, se os reptilianos vieram para a Terra e são responsáveis, antes diretamente, agora indiretamente, por esse caos que vemos na dimensão intrafísica e mesmo no que projetores conscientes pelo mundo afora paravêem no extrafísico é de se supôr que, se a mensagem de Alaje é verossímil então, diversas raças alienígenas mais lúcidas e mais fraternas se voluntariaram para vir habitar (e ressomar) neste planeta no intuito de “limpar a bagunça” arquitetada pelos reptilianos (que se você procurar informações verá que não foi pouco coisa não).

Foi então que o fechamento de todo esse raciocínio maluco começou a se formar:

Se viemos de longe, de outros planetas, outras moradas interplanetárias, é bastante lógico e plausível que tenhamos saudade desses locais, dos quais nos distanciamos por um enorme período, fazendo com que nós, na ânsia de não esquecermos de “casa” ou de nossa “origemextraplanetária tenhamos desenvolvido essas religiões que falam de “retorno às origens“, o que explicaria essas afirmações.

Todo esse raciocínio é apenas uma hipótese, já que é apenas baseado no conhecimento que adquiri ao longo dessa vida intrafísica e nunca tive a oportunidade de conversar com um extraterrestre cara-a-cara (ou paracara-a-paracara).

Quem sabe um dia não consigo falar com o ET Bilu? Aí ele poderá, talvez, sanar essas dúvidas… se bem que pra falar com ele tem que fazer aquela dancinhas dos passos mas não sei dançar e tem aquele lance da concha, que se a utilidade dela for o que estou pensando, é melhor deixar quieto e não tentar falar com o Bilú, não.

Há quem diga (e eu concordo) que a maioria da população terrestre não é natural da Terra, mas sim advinda de outros planetas pelo Universo afora.

Sendo assim, todos (ou quase todos) fomos extraterrestres em algum momento anterior, mas agora somos terrestres já que nossa morada atual é essa.

Bom é isso, fiquem à vontade para as críticas, para o debate nos comentários, lembrando que:

“Não acredite em nada, nem mesmo no que escrevo aqui, tenha suas experiências pessoais, chegue às suas próprias conclusões” 

Autovisão Coletiva e as Criminalização das Drogas

Tive uma discussão sadia a respeito de um documentário sobre proibição e criminalização de drogas semana passada com um amigo no Facebook, o que me levou a perceber no final o quanto a ignorância (no caso a minha) e a falta da visão de conjunto (minha também), da compreensão do contexto e da desinformação (minhas também!) podem fazer com que trafares (traços fardos, desvios de personalidade, pontos negativos) se tornem evidentes e grosseiros.

E é por isso que o post da semana é sobre isso:

Visão de Conjunto ou Autovisão Coletiva

Visão de conjunto (ou ainda Visão Holística) significa encarar um problema sobre vários aspectos num enfoque multidisciplinar, ou seja, pegar o seu problema e estudar, analisar todos as partes envolvidas, de diversos pontos de vista, “montando o quebra-cabeças” no final de tudo, evidenciando a origem ou a raiz da problemática, muitas vezes mais profunda do que aparentava.

Autovisão Coletiva ou Visão de Conjunto ainda pode ser entendida como a capacidade de perceber contextos macro para compreensão das sutilezas existentes dentro das sociedades intra e extrafísicas.

Não constitui tarefa das mais fáceis desenvolver uma visão de conjunto intrafísica, quanto mais uma multidimensional. É preciso levar em consideração fatos históricos, análise de interesses e decisões políticas, saber obter informação daquilo que não é informado pelos veículos de mídia de massa, saber perceber aquilo que está implícito na opinião das pessoas, seus interesses e motivações. Como disse, nada fácil!

E ainda estou falando apenas da parte intrafísica da coisa. Porque quando se insere a multidimensionalidade, o que acontece na extrafisicalidade com relação à problemática, torna o assunto ainda mais complicado de ser analisado, principalmente por faltar referências e bases confiáveis de informação.

O documentário em questão encontra-se abaixo, que é exatamente um exemplo de visão de conjunto sobre a criminalização das drogas e quais foram os motivos e critérios utilizados para classificar as drogas em lícitas e ilícitas sendo construída aos poucos, com informações provenientes de diversas fontes, mostrando no final que “o problema é mais embaixo”.

Antes de apertar o “play” coloque seus idealismos, preconceitos e dogmatismos de lado e deixe o seu lado científico observar as informações do documentário e seu discernimento fazer o trabalho de distinguir aquilo que deve ser aproveitado do conteúdo, daquilo que deve ser ponderado. Afinal, tudo tem seus lado positivo e negativo.

E não direi que sou contra as drogas nem a favor delas, pois já cometi esse erro antes. É ignorância dizermos que somos “contra as drogas” sendo que as utilizamos diariamente para aplacar dores de cabeças, dormir, curar doenças, nos mantermos acordados ou “fazer um social” com os amigos depois do serviço.

Devemos sim, ser a favor de uma ampla e aberta discussão a respeito de todos os tipos de drogas e suas utilizações, benefícios e malefícios, criminalização ou não, para o indivíduo e para a sociedade, baseadas em pesquisas científicas sérias, para determinarmos qual a política a ser adotada em relação às drogas e cobrar isso dos políticos que estaremos elegendo nas futuras eleições.

Depois de ver o documentário, percebeu que o problema mais sério é a criminalização das drogas e como isso afetou a sociedade como um todo causando-lhe um dos maiores males do século XX e XXI?

Percebeu também que neste documentário ficam puxando a “sardinha” pro lado da maconha?

Você veio do Extrafísico e vai voltar pra lá.

Eu também. Todos viemos de lá e iremos pra lá.

Extrafísico é o que está além do físico, é uma dimensão menos densa, é o mundo espiritual, no qual nos manifestamos em corpo astral, corpo espiritual, corpo extrafísico, corpo duplo, perispírito, segundo corpo ou psicossoma (tem muitos outros nomes, chame do que achar melhor).

Estávamos lá no extrafísico antes de renascer, ressomar, reencarnar (como preferir), planejando nossa existência terrena e os caminhos que tentaríamos percorrer para aprender a sermos Conciências melhores.

Foi na ressoma, no renascimento, que perdemos nossos Cons, nossa lucidez consciencial, nosso conhecimento de que somos mais do que esse corpo físico, que somos imortais e que nossas ações ecoam pelo infinito.

Assim que descartarmos este corpo físico, este soma, voltaremos para o extrafísico e esse momento é muito importante, por isso guarde estas informações:

Você é uma Consciência Imortal em constante aprendizado.

Você erra e acerta várias vezes em sua vida.

Não se culpe por isso.

Reconheça seus erros para que consiga não sofrer após a morte.

O inferno (e o céu) tal qual é descrito pelas religiões cristãs não existe.

Quando  você morrer, dessomar, só sofrerá se quiser (autoculpa) ou se causou muitos males a outras Consciências.

E por último:

Do lado de lá, no extrafísico, o que mais importa é o quanto de boas ações você realizou/realiza para outras Consciências tanto no extrafísico quanto no intrafísico (mundo físico).

Um abraço e até o próximo post!